Música, Rock/Metal

Facada: brutalidade ou genialidade?

“O Facada toca grindcore desde 2003. Simples, rápido, pesado, cru, sem experimentalismos, sem frescura, sem viagens sonoras, sem hypes ou modas, sem alegria, sem cultuar ninguém, sem dar satisfação a ninguém, sem breakdowns, sem vocais limpos, sem falsa amizade nem falso discurso. Sinta-se à vontade para não gostar. Se não gostar faça o favor de não nos visitar ou ouvir nossos sons. Já viajaram por quase todo Brasil, incluídos aí: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. […]”

Com este singelo preâmbulo a banda formada por James (baixo e vocais), Dangelo (bateria), Danyel (guitarra) e Ari (guitarra), se apresenta para “a quem interessar possa”. Cantando em português, discreta e rapidamente ganhou notoriedade entre os fãs da música extrema. Da parte deste que vos escreve, de tanto ouvir falar na banda, surgiram perguntas que considero pertinentes: 1) porque o nome “Facada” está tão em evidência? 2) O que os diferencia, brutalidade ou genialidade?

Antes de (tentar) responder, entretanto, visitaremos a breve mais profícua discografia da banda que, tendo acabado de lançar um split album com os gregos do Stheno, está prestes a lançar o aguardado Nenhum Puto de Atitude (álbum de covers), e um novo full length ainda esse ano.

facada DemoEm 2005 a banda lança a demo que precede o seu primeiro álbum completo. Totalmente de acordo com a auto biografia, a demo contém dez faixas curtas e grossas executadas em pouco mais de 10 minutos de duração (10:14, pra ser exato). Com destaque para “Set Fire In The Bomb“, que serve de trilha sonora para uma estranha e engraçada história ocorrida numa passagem pelo interior da Bahia, segundo contou James aos Meninos da Podreira.

R-5451453-1394219341-7340.jpegCada disco tem sua própria dinâmica, por isso, quem diz que disco de grindcore ou de “seja lá  o que for” é tudo igual, comete o erro da generalização. Indigesto (2006) contém todos os componentes de um disco do gênero. Porém, contém também traços que se ressignificam com o tempo. Pelo menos se o considerarmos na perspectiva dos dissidentes, que dão voz ao coro contra os desarranjos sociais, à opressão e à alienação. A música aqui, é o contorno que dá forma ao conteúdo.

093426b1de20537510d95cf15e436ff1Ao ouvir O Joio (2010) as primeiras palavras que me vieram à mente foram “puta que pariu!”. (…) Agora num nível de produção mais profissional a banda se mostra mais claramente em sua proposta musical. E não é somente esporro gratuito. A [banda] Facada tem personalidade! Pelo menos é o que os anos de estrada parecem nos dizer através de mais este trabalho. O disco marca a entrada de Danyel (guitarra) no grupo e o cara já mostra a que veio. A banda parece ter assimilado influências, as mais diversas, pois tudo num liquidificador e o resultado é esta agressão sonora.

a1239883345_10Nadir (2013) veio para consolidar o trabalho realizado ao longo de dez anos. Mais apropriados de seus instrumentos e com uma postura mais amadurecida, a Facada produz um disco simples e poderoso. Nadir ou Nazir é um conceito utilizado pela banda para significar o ponto mais baixo do ser humano. Um tema pertinente numa época em que nos vemos obrigados a defender o óbvio. O disco conta com as participações de Marcelo Appezzato (Hutt), Jão (Ratos de Porão) e John “The Maniac” Leatherface (Chronic Infect).

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Em parceria com a banda grega Stheno, lançou este ano (2017) mais um petardo, o brutal “Primitive“. Ao todo são 11 faixas, sendo que, ao Stheno, coube 7 delas, enquanto que a Facada entra 4 vezes. Musicalmente não há muito o que discutir: pancadaria distribuída à torto e à direito. As duas bandas, oriundas de culturas bem distintas guardam similaridades, o que conferiu ao trabalho, bastante linearidade. O disco está sendo lançado por quatro selos ao mesmo tempo.

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O título Nenhum Puto de Atitude (2017) de cara  soa como um escárnio pois, no apanhado de faixas que ouvi no Youtube, pode-se ver que o que não falta aqui é atitude. Tocando covers de nomes como Bad Brains, Titãs, Napalm Death, Sarcófago, Misfits, Dorsal, entre outros, o disco já é um dos álbuns mais esperados por este que vos escreve. Na Europa, o álbum está saindo como edição limitada em 500 cópias. Destaque para a arte de capa feita por Vitor Willemann parafraseando o Secos e Molhados em seu disco de estréia.

Agora, com uma visão mais ou menos panorâmica sobre a banda e o que ela representa podemos retomar a argumentação e tentar responder as questões acima propostas:

  1. Não há como negar, o nome Facada hoje, é comentado nos corredores, nos becos e nas ruas da periferia do rock, – diga-se de passagem, – com ecos no exterior. Muito provavelmente pela postura dos caras, conforme o modo pelo qual eles próprios se definem enquanto banda. Principalmente, porque parece haver coerência no discurso por eles apregoado.
  2. Não sei se há, de fato, algo de genial na música da banda. Mas de brutal, sem dúvida, há! A mesma brutalidade que consagrou nomes como Napalm Death, e Nasum, entre outros. O fato é que a simplicidade da sua música e a sua despretensão como projeto musical pode significar, sim, um traço de genialidade. Talvez haja realmente algo de complexo em se fazer o simples. E isto pode simbolizar mais do que adesão a um estilo. Talvez, simbolize uma visão de mundo! O que certamente deve dar um nó na cabeça dos “trues”.

Porém, essa questão dá muito pano pra manga e o que nos interessa aqui é a música. Portanto, todas as tentativas de resposta que se formularem em torno do assunto serão bem-vindas. Deixo-os com a excelente versão de Igreja, dos Titãs. Forte abraço.


Referências:

Música, Rock/Metal

Encéfalo – DeaThrone, o passo seguinte na evolução!

A banda Encéfalo foi formada em 2002 sem muitas pretensões. Fazendo covers de grandes nomes do thrash metal mundial, após várias apresentações e, devido ao natural amadurecimento dos músicos, resolveu elaborar suas próprias composições.

Tendo como maiores influências, nomes como Sepultura, Kreator, Slayer, Destruction, entre outros, o grupo apresenta como diferencial, um repertório no qual mescla as características do puro thrash metal oitentista como elementos do heavy e do death metal tradicionais. O que denota a construção da sua personalidade.

001Em 2008, lancou seu primeiro registro fonográfico, a demo entitulada “Destruction”. Contendo cinco músicas, a faixa-título, “Dead Creation“, havendo sido bastante elogiada, acanbou se tornando o destaque da estreia. Sendo que que, para os apreciadores do estilo, o trabalho como um todo é bastante elogiável. Como decorrência, a banda realizou muitas apresentações  na promoção deste que é o seu filho primogênito.

Na sequência, o grupo começou a preparação de seu primeiro álbum completo, que culminou com o início das gravações de ‘Slave Of Pain‘ no final do ano de 2011.

002Lançado no início de 2012, Slave of Pain foi muito bem recebido pela mídia especializada e elevou o grupo de “banda revelação” para um nível mais profissional, abrindo as portas para uma nova realidade no contexto da música pesada brasileira. O disco é aclamado pelo público e apontado pela mídia especializada como um dos principais lançamentos do ano. Imediatamente, o grupo embarcou numa turnê, num giro que atravessou o país, percorrendo Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil.

Em 2014 a banda faz sua primeira turnê europeia passando pelos países Alemanha, República Tcheca, Polônia, Holanda, Bélgica, França, Espanha e Portugal. Ao todo foram 21 apresentações num período de aproximadamente 30 dias.

No começo de 2015 os fãs foram pegos de surpresam quando o Encéfalo anunciou o desligamento de um de seus fundadores, o vocalista Alex Maramaldo. A banda seguiu como um trio.

Ainda em 2015, a banda, seguindo o direcionamento para o qual a sua música já apontava, decide trocar de logomarca. Elaborada por Illy Domingos, a nova arte é, agora,  assumidamente death metal.

003Die To Kill é o segundo disco lançado pelo grupo. O trabalho, que ainda conta com Alex no vocal, foi lançado em meados do ano de 2015 e mais uma vez colocou o Encéfalo entre os destaques nacionais do ano. Aqui, é notória a migração de estilo por parte da banda. Do thrash mais “oitentista” para o death metal mais moderno no qual se nota maior entrosamento entre os músicos. Como resultando as guitarras estão trampadas, o baixo mais presente e a bateria muito mais visceral. Destaque também para as vocalizações, muito mais brutais e sombrias.

Na sequência do lançamento do segundo disco, segue-se novo giro por várias cidades do país. De lá para cá, a banda tem mantido um ritmo intenso na divulgação da sua música: participou de diversas coletâneas, tocou ao lado de grandes nomes do metal mundial como Testament, Cannibal Corpse e Sinister, Belphegor, dentre outras.

19748506_1394625900620878_6261864082752560615_n2Atualmente com Lailton Sousa na guitarra, Rodrigo Falconieri na bateria e Luiz Henrique acumulando as funções de baixista e de vocalista, a banda se prepara para o seu terceiro álbum. DeaThrone é o primeiro disco da formação como um trio e assinala o passo seguinte na evolução da banda, reforçando as novas visões de mundo e revelando um maior aprofundamento na música extrema. O lançamento está previsto para o segundo semestre de de 2017.


Referências:

 

Música, Rock/Metal

dica# Jornal Tribuna do Ceará abre espaço para o Rock!

O Jornal Tribuna do Ceará, através do espaço dedicado aos blogs, abre uma importante brecha para o rock/metal na cidade de Fortaleza/CE. Trata-se do blog Meus 300 Discos produzido por Sidney Alencar que,  juntamente com Cristiano Machado e este que vos escreve, toca o “famigerado” Buteco do Rock Podcast. A proposta do blog é resenhar 300 discos no ano de 2017. Mais que uma proposta, um desafio! O ano já entrou na sua segunda metade e, muito há por se ouvir e resenhar. Será que o M300D dará conta do desafio?  Acompanhe este incrível “desafio do rock” no Jornal Tribuna do Ceará, comentando, criticando e sugerindo mas, acima de tudo, valorizando!

Forte abraço!

Música, Rock/Metal

resenha# Dorsal Atlântica – Uma história em quadrinhos

Conforme dito pelo autor, a história em quadrinhos da Dorsal, não pretende ser uma extensão do livro Guerrilha, publicado anteriormente. De fato não é! A história aqui contada é relatada de uma perspectiva inusitada na qual a única ordem predominante parece ser a cronológica. Mesmo assim, sem apresentar uma rigidez impositiva, do tipo que retira a mágica da de arte. Retrata não apenas a história real de uma banda, mas antes, a história de uma banda real.

Narrada em terceira pessoa, embora possa o leitor absorver muitas passagens do ponto de vista pessoal do autor, a obra revela um quadro cuja paisagem remete a cenários áridos elaborados com riquezas de nuances que espelham tons ora intensos, ora desbotados. Desmistificando os bastidores do cotidiano de quem escolhe caminhar pelas veredas da arte e do underground.

SAMSUNG CAMERA PICTURESBrasil, 1964. Golpe militar e instalação do regime que tiraria direitos e liberdades básicas dos cidadãos. Se para nós, as coisas parecem difíceis nos dias de hoje, imagina nos anos seguintes a tomada de poder pelos militares. Um cenário tóxico no qual o controle exacerbado sobre a vida das pessoas comuns era normal. No rádio, música estrangeira para abafar o grito dos que ousavam questionar.

001Os primeiros anos da década de 70, assinalam descobertas importantes. Não apenas a música importada da América, mas os movimentos genuinamente brasileiros despertaram a curiosidade dos irmãos Lopes para o que viriam a ser no futuro. O rock delimitaria alí, os primeiros contornos na vida dos irmãos.

 

SAMSUNG CAMERA PICTURESJá a segunda metade da década, apresentou os garotos ao Punk em sua forma mais essencial. Grupos como Sex Pistols, Ramones, The Clash, Television, The Jam faziam a alegria dos manos “numa época em que quase nenhuma banda gringa tocava no Brasil”. Momento da descoberta do “faça você mesmo” e a vontade de participar da cena contribuindo com algo relevante. Tocar um instrumento… ter o próprio fanzine, por exemplo.

SAMSUNG CAMERA PICTURESA década seguinte, os “românticos” anos 80, marca o início da abertura político-econômica. Mas o país, mergulhado na recessão, respira por aparelhos. Os militares, todavia, não largariam o osso de forma civilizada, e partem para o terror contra todos os que representassem algum tipo de ameaça. Nesse sentido, montar uma banda para denunciar a fome, a repressão e a alienação era a mais legítima forma de rebeldia.

 

002Assim, a batalha do metal nacional contra os abusos da autoridade instituída começa a ser travada muito cedo e a música dos Irmãos Lopes vai adquirindo contornos de contestação, enveredando pelo caminho mais brutal. É nesse contexto que, em 1983, nascia a Banda Dorsal Atlântica.

003Um fato mudaria para sempre as cenas Metal e Punk no brasil: a banda Desordeiros promoveu juntamente com a Dorsal Atlântica, o primeiro show no continente envolvendo punks e bangers. Um marco para a união das cenas, que por suas “ideologias” próprias, eram segregadas.

0013De Antes do Fim (1986) à Straight (1997) a banda sempre se posicionou de forma contundente quanto às mazelas sociais, à alienação e contra os abusos do poder. Contudo, a Dorsal produziu aquilo que se pode chamar de “A trinca de ouro” do metal nacional: os discos Searching For The Light (1989), Musical Guide From Stellium (1992) e Alea Jacta Est (1994) contam uma história de três partes. História esta, pouco sabida em teoria. Antes, porém, vivida por cada um de nós brasileiros no ceio da família, na escola, no trabalho, nas ruas e nos bares, no teatro e nas artes de uma forma geral. A história de uma país e de um povo que desconhece sua força e que dobra os joelhos diante da autoridade. Sendo contra isto, precisamente, que a banda – personificada na figura do seu Lider – , luta.

Doze anos “depois do fim”, a luta continua com os discos 2012 ((2012) viabilizado por uma bem sucedida campanha de crowdfunding))  e Imperium (2014), colossais em forma e conteúdo.

0014A história em quadrinhos da Dorsal Atlântica, termina. Mas a história real da banda continua sendo escrita com suor e sangue. O mais novo projeto que, inclusive, está em pleno processo de realização, é o disco Canudos, que conta mais um recorte da conturbada história do país chamado Brasil. Fica assim, a promessa de algo novo, que está por vir. Abra os seus olhos!


Contatos:

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butecodorock#9 Especial Festivais de verão na Europa (gravado na Jazigo)

O Buteco do Rock Podcast desta semana [2ª semana de junho] foi gravado na Jazigo Loja e Distro, que vende tudo relacionado a rock e metal. Batemos um bate papo com o Maciel, proprietário da loja, no qual falamos dos grandes festivais europeus, do cenário “metal” de Fortaleza e da loja, em si, que também dispõe de uma bela carta de cervejas. Então, abra uma cerveja e nos acompanhe nessa genuína conversa de boteco, que leva o rock e a bebedeira de uma forma muito seria! Lembre-se de comentar e nos ajudar a melhorar!
Forte Abraço!

Buteco do Rock Podcast

Podcast onde falamos sobre cerveja e rock, num papo descontraído, cheio de humor e informação!

Neste episódio visitamos a Jazigo Loja & Distro, do nosso amigo Maciel, que já virou um ponto de encontro pra quem quer tomar uma cerveja gelada enquanto compra discos, camisas e outros artigos Rock/Metal!

Ainda tem o guardanapo do copo com os comentários de nossos ouvintes e a promissora banda Blasfemador de Fortaleza-CE, encerrando nosso episódio no bloco A SAIDEIRA É POR CONTA DA CASA.

18740146_116723962244396_2636500910890327472_nLINKS:

Blog Meus 300 Discos / Meus 30 Discos no Portal Tribuna do Ceará
Blog EsterilTipo

Jazigo Loja & Distro

Blasfemador

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TOCAMOS NESSE EPISÓDIO:

Adrenaline Mob: Undaunted

The Offspring – Intermission

Gammaray – Heavy Metal Universe

Steel Panther: Asian Hooker

Dokken: Best of Me

King Diamond: Abigail

Jeff Scott Soto: Give a Little More

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Música, Rock/Metal

Ankerkeria: death metal contra todas as formas de intolerância.

18871137_1846772718975661_2016415807_n-2Banda de Death Metal formada em meados de 2010 na cidade de Fortaleza/CE, por Joice Lopes (vocalista), Deivde Souza (baterista). Atualmente, a banda conta com os seguintes integrantes Joice Lopes (vocal), Alexandra Castro (The Knickers (baixo)) e Victor Valentine (guitarra). Com influências de bandas como Behemoth, Cannibal Corpse, Morbid Angel, Autopsy, Aborted, Bloodbath, Blood Red Throne, Immortal, Vader, entre outras, a banda apresenta em suas letras uma crítica à religião se posicionando abertamente contra todas as formas de intolerância.

Em março de 2016 a banda lançou o seu primeiro clip, “Blessed Be Thy Shame”, que chamou bastante atenção pela sua produção e simbologia, e em agosto do mesmo ano, lançou o segundo, “Trace Of Disgrace”, gravado no Festival Forcaos  2016.

ankerkeriaEm tempos de exacerbação das individualidades, um dos fatos que mais chama atenção para a banda é a presença de duas mulheres em sua line up, que tem no vocal de Joice, o núcleo da sua estrutura sonora. O instrumental que, bem amparado por linhas de bateria e de baixo tecnicamente coesas,  é moderno e pesado. Os riffs, que são altamente cortantes, demonstram de forma ímpar às influências citadas pelo grupo.

Atualmente, a banda, que é uma das revelações do metal alencarino, está em processo de gravação do seu primeiro CD. Aguardamos o disco para futura resenha, bem como, atualizações sobre as atividades da banda!


Referências:

 

Música, Rock/Metal

butecodorock# Cena musical da Suécia [pt.1]

buteco_do_rock_futuro_cena suecaA Suécia é um país nórdico, localizado na península Escandinava. É, hoje, um dos melhores IDHs do mundo e, justamente por isto, é tida pelos brasileiros como um modelo de organização na condução da coisa pública. Parece difícil de acreditar, mas além de ser um país cheio de belezas naturais no qual a conduta do seu povo pode ser refletida nos campos social, político e econômico, a Suécia ainda tem uma das cenas musicais mais profícuas da atualidade. Aliás, não é de agora que a música da Suécia se projeta para fora de suas fronteiras. Especificamente no universo do Rock e do Metal, este belo país nos oferece uma “pá” de bandas (antigas e novas) cheias de qualidades. O cenário sueco tem potencialidades tanto na absorção do que se produz pelo mundo, quanto na produção de artistas originais, sendo também por isso, reconhecido como um dos maiores pólos musicais do mundo. Sem mais delongas, vamos ouvir nosso podcast, que está sensacional. Abra uma cerveja, ouça, comente e nos ajude a melhorar!

Forte abraço!