Música, Rock/Metal

Ouroborus: death metal virtuoso feito na Austrália

Ouroboros é uma banda de technical death metal oriunda de Sydney, Austrália que se formou em 2001, originalmente sob o nome “Dred”. Em 2007, lançou um EP intitulado “A Path To Extinction“. Este lançamento foi seguido por dois vídeo-clipes. Em 2009, eles mudaram seu nome Ouroboros com o qual lançaram o álbum de estreia cujo título é “Glorification of a Myth”. Atualmente está trabalhando na divulgação do seu segundo álbum, “Emanations”.

Banda que abraça a todas as características do death metal com um nome misterioso, sons fortemente distorcidos e virtuosidade indiscutível. Segundo a imprensa [do seu país], o quarteto oriundo de Sydney (Autrália) é uma das melhores bandas de metal do país …” e “não se conforma com menos que a perfeição” (Metal Obsession & MetalReviews). A indústria musical do país reconheceu o talento dos músicos premiando-os como “melhor banda independente”, “melhor baixista” e “melhor baterista” no Australian Heavy Metal Awards. Além disso, o The Australia Council (o órgão de financiamento das artes do governo australiano) concedeu à banda uma generosa bolsa para apoiar a produção de seu mais novo álbum ‘Emanations‘.

A banda desenvolveu uma reputação bem merecida entre os artistas do meio para realizar, ao vivo, performances extremamente eficazes. Ouroboros atuou no palco com alguns dos nomes mais notáveis ​​do metal mundial, incluindo-se aí Morbid Angel, Cannibal Corpse, Psycroptic, Cradle Of Filth, Epica, Necrophagist, At the Gates, Dying Fetus, Aborted, The Amenta, Sadistik Exekution, Sybreed e The Faceless.

O álbum de estréia da banda, Glorification of a Myth, foi lançado em junho de 2011 e foi resenhado pelos críticos como “Um novo referencial para a produção de death metal …” (Metal-Archives). O álbum mostrou o virtuosismo da banda e seu compromisso com a produção de música de alto nível. Glorification of a Myth foi acompanhado de um clip para ‘Sanctuary‘, uma das músicas mais populares do álbum. Pouco depois da estréia do vídeo no Fúria MTV, um especialista afirmou que “é possivelmente o melhor vídeo feito por uma banda local!” (TheMusic) O vídeo foi produzido em colaboração com o diretor Paul Shedlowich, que usou técnicas de produção de guerrilha para enfatizar a atmosfera obscura e a dinâmica do filme.

O Australian Council for the Arts concedeu ao Ouroboros uma doação de US $ 20.000 para ajudar a financiar a produção do próximo álbum da banda, Emanations: um projeto ambicioso que incorpora a colaboração com uma das melhores orquestras sinfônicas de Praga. Este novo e emocionante álbum já desfruta de prestígio entre uma grande parcela da imprensa australiana. Foram concedidas entrevistas para o The Australian, Triple M, Triple J, 3AW, HEAVY Magazine e Revolver Magazine.

A decisão de incorporar uma orquestra sinfónica ao trabalho do grupo foi em grande parte influenciada pela admiração da banda pela música clássica ocidental, bem como por sua vontade de quebrar paradigmas do death metal. De acordo com o guitarrista e principal compositor do Oruroboros Chris Jones “A orquestra tem uma capacidade ilimitada de evocar emoções e queremos aproveitar esse poder para o nosso próximo lançamento. Essa colaboração com a orquestra sinfônica irá adicionar uma força enorme ao nosso som e, em última instância, criará algo poderoso, único e emocionante “.

Ouroborus atualmente é formado por Evgeny Linnik (Vocals)Chris Jones (Guitar)Michael Conti (Bass & Backing Vocals)David Horgan (Drums).


Referências:

 

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Música, Rock/Metal

Will2Kill: uma outra via para o metal brasileiro

Will2Kill é uma banda de Recife formada em meados de 2015 com a proposta de fazer música pesada. Musicalmente o som da banda tem elementos do Thrash Metal com vocais mais orientado para o Death Metal. A sonoridade é moderna e pesada e a música é raivosa.

Como eles se definem:

“Quatro caras com backgrounds bem distintos se encontram com uma paixão em comum: a música pesada. Esta é uma definição básica do que é o Will2Kill, uma banda que mescla inovação e tradição de uma maneira muito singular. Death metal, thrash, doom, stoner, hardcore e rock, tudo da forma mais autêntica e heterogênea possível.

Na ativa desde janeiro de 2015, a formação reúne Wilfred Gadêlha (vocal), Hugo Medeiros (guitarra), Eddie Cheever (baixo) e Daniel Araújo Melo (bateria) em busca de uma sonoridade agressiva, técnica e, ao mesmo tempo, orgânica.

a4136150971_10O grupo vem divulgando seu primeiro registro oficial, o EP intitulado “Will2Kill”, lançado no dia 12 de agosto de 2016, no festival Visions of Rock, em Caruaru/PE, ao lado do Artillery (Dinamarca) e do Pandemmy (PE), na primeira edição do Visions of Rock no Recife, na casa de shows Estelita. O EP é composto pelas seguintes músicas: “Will to Kill”, “Empire of Ignorance” e “Cause for Alarm”, esta última lançada como single em 26 de março de 2016, no festival Visions of Rock, em Caruaru/PE, ao lado do Sinister (Holanda), Nervochaos (SP) e Inner Demons Rise, no que foi a estreia ao vivo do quarteto. A produção do EP ficou a cargo do guitarrista do Desalma (PE), Mathias Severien Canuto, que gravou, mixou e masterizou o trabalho. As gravações incluíram a participação de um coro de responsa nos backing vocals, reunindo integrantes e ex-membros de bandas importantes do cenário pernambucano, como Igor Capozzoli e Renato Correia (Desalma), Rogério Mendes (ex-Decomposed God e Sanctifier), Alcides Burn (Inner Demons Rise), Antônio Araújo (Korzus, One Arm Away), Rafael Cadena (Cangaço), Rodrigo Costa (Matakabra), Leo Montana (Confounded), Thiago (ex-Lethal Virus) e Jacques “Jaka” WILL2KILLBarcia (Rabujos), que também participou como convidado na música-título do single. Já a parte gráfica também é destaque: o internacionalmente conhecido designer Alcides Burn trabalhou em cima da impactante imagem feita pela premiada fotógrafa pernambucana Annaclarice Almeida para a capa do EP. As fotos da banda foram feitas por Lucas Medeiros.

O EP foi lançado inicialmente no formato digital e já está disponível no BandCamp e no SoundCloud, mas em breve também estará em todos os serviços de streaming e terá uma tiragem limitada de cópias físicas.

SOM NA ARENA

Foi a única banda de metal a entrar na fase eliminatória do concurso Som na Arena, promovido pelo governo de Pernambuco, na Arena de Pernambuco, em 2016. Após passar pela primeira eliminatória e pela semifinal, o quarteto ficou entre as seis melhores colocadas na final, levando seu som agressivo a plateias não especializadas em música pesada.

APR CLUB

Foi uma das bandas que integraram o cast do APR Club, evento que faz parte da programação do tradicional Festival Abril Pro Rock (Olinda, PE), ao lado de Mojica e Mondo Bizarro, na noite de 22 de abril, quando a casa de show Apolo 17, localizada no boêmio Bairro do Recife, ficou pequena para a massa sonora proporcionada pelo quarteto, que fechou a prévia.

DISCO COMPLETO

Para 2017, o Will2Kill trabalha na finalização do processo de composição do seu primeiro álbum, intitulado provisoriamente Another Way, com canções previamente testadas e aprovadas nos shows, além de novas músicas que estão sendo lapidadas. A banda voltará a trabalhar com Mathias Canuto na produção.”


Referências:

Música, Rock/Metal

Clamus: [de]construct, o disco novo, assinala a maioridade da banda.

demo 1Em março de 1999 foi formado no Estado do Ceará a banda de Thrash/Death Metal CLAMUS. O grupo surge com a proposta de aliar a sonoridade obscura do death metal à velocidade e rispidez do thrash metal, permeado por dois vocais em três idiomas, inglês, português e francês. Com duas demos, dois álbuns full length, vários shows pelo Brasil (incluindo uma turnê por estados do nordeste, norte e sudeste), o Clamus tem sedimentando seu nome no cenário metálico nacional com garra e identidade.

clamus demo IIIllawsion (2005), contém somente duas faixas de onde deduzo que tenha funcionado como uma prévia do full lenght, lançado em seguida. Pesadas e extremamente agressivas, as músicas mostram a banda com muita raiva. Illawsion e Irrelevant Hapiness revelam traços do cotidiano sob um ponto de vista sócio-filosófico. Na ocasião, a banda contava com Lucas Gurgel (guitarra/voz), Joaquim Cardoso (guitarra/voz), Carlos James (baixo/voz) e Clerton Holanda (bateria).

clamus influencesPrimeiro disco completo, Influences, (2005), é um disco com um certo grau de complexidade. As composições são intricadas e cheias de variações, com passagens que muito remetem às bandas americanas do início dos 90. Os riffs, que transitam pelo death e pelo thrash metal formam uma espécie de parede sonora na qual a bateria se sobrepõe de forma brilhante. Destaque para produção de alto nível e para a faixa Pão & Circo.

clamus frontiereFrontiere (2009), assinala o amadurecimento dos músicos em sua forma de compôr. A impressão que tive após realizar a primeira e única audição [até aquele momento] foi a de que a banda encontrou o seu som. Agora, com uma identidade própria, as composições primam pela originalidade com arranjos que evidenciam ainda mais a criatividade dos músicos. O fato de a banda cantar em mais de um idioma me fez lembrar de uma banda coreana, o Crash, cujo som guarda algumas similaridades. Não consigo destacar uma faixa em especial, todas têm o mesmo padrão de qualidade.

Para a tristeza de muitos, Joaquim Cardoso, depois de uma longa estrada, deixa a banda em meados de 2012. O grupo segue como um trio.

clamus EP IIIApós mudanças em sua formação a banda lança em 2014 o EP ‘III’, momento que representa a transição para o formato power trio e para uma sonoridade ainda mais coesa, rápida e técnica em que se consolidam os elementos do Death Metal em sua sonoridade. Atualmente formada por Lucas Gurgel (G/V), Felipe Ferreira ((B/V) KrenaK) e Edu Lino (D). Arrisco dizer que a sonoridade pela banda, aqui apresentada, se fixa como algo entre Deicide e Pantera.

capa_clamus_low-200x200Em 2017, ano em que a banda comemora 18 anos de existência, lança seu terceiro álbum, [de]construct. Gravado no VTM estúdio, foi produzido por Taumaturgo Moura juntamente com os caras da Banda. O título é uma metáfora para movimento, construção e desconstrução, elementos que são uma constante ao longo da trajetória do grupo. Fundindo energia do Thrash Metal à pegada orgânica do Death Metal, [de]construct apresenta em suas 8 faixas os conceitos de impermanência, subversão e de ceticismo como formas de afronta ao absurdo da existência. Destaque para a participação de Daniel Boyadjian [Obskure] nos solos e para a arte gráfica de Alcides Burn (que já trabalhou com artistas como Blood Red Throne, Malefactor e Headhunter D.C).


Referências:

Música, Rock/Metal

rock/metal# Hostile Inc. – Hostilidade e melodia!

13087392_1120667947990563_9146552541805343489_nO Hostile Inc. é uma banda de Fortaleza/CE formada em 1996, que tem no Death Metal a essência do seu som. A longa estrada ajudou a lapidar e aprimorar a música da banda que, fazendo jus ao sobrenome, incorporou sutilmente diferentes elementos à sua sonoridade, sem perder sua hostilidade musical para que o primeiro nome também fosse justificado.

O Heavy Metal, a Música Progressiva, o Black Metal e até Música Erudita incorporaram-se a um Death Metal hostil e melódico, numa perfeita alquimia, dando origem a uma sonoridade, despretenciosa, porém, longe do lugar comum.

download-4O último livro do Alcorão, Qiyamat, dá nome ao primeiro full length do Hostile Inc.. Lançado em 2008, com o clipe da música Mechanical Man. O disco, bastante elogiado pelos fãs da música pesada, agradou a mídia especializada, levando a banda a ter lugar de destaque na edição 128 da maior revista brasileira dedicada ao Metal, Roadie Crew – com uma entrevista de página inteira – e a ser uma das bandas revelação de 2010, votada pelos próprios leitores da mesma publicação. Outro trabalho surgiu na forma de um clip da música Levitico.

13912799_1186324711424886_7496791661037555445_nO mais novo lançamento é o single La Petite Mort, uma amostra do que virá no próximo álbum. Cheio de climas que variam do brutal ao sepulcral, no qual buscou-se aprimorar a técnica e agressividade já conhecidas pelos fãs da banda. Aqui as muitas nuances da música remetem às diversas influências da banda. Depois de algumas audições me pareceu notória em ambos os trabalhos as influências de Merciful Fate, Morbid Angel, Nocturnos, Dimmu Borgir, Cradle Of Filth, dentre outras.

Presentes em zines impressos e eletrônicos, sites, redes sociais, blogs e outras revistas, as ótimas resenhas ao primogênito hostil levam a crer que o trabalho sério e árduo da banda vem sendo reconhecido.

Ao longo dos anos a banda se apresentou em várias cidades de norte a sul do Brasil, tendo tocado em grandes festivais como o Orquídea Rock Festival em Lages/SC, ao lado do Glen Hughes (“The Voice of Rock”, ex Deep Purple), o Palace of Sin em Curitiba/PR, Palco do Rock, em Salvador-BA, três edições do Forcaos em Fortaleza/CE, duas edições do Wacken Metal Battle Brasil (2007 em Salvador e 2010 em Fortaleza), finalista na seletiva para o Sweden Rock Festival 2015, e em grandes shows avulsos em outras cidades do Brasil, sempre arrancando elogios por onde passa.

A Hostile Inc. atualemente é formada Mac Hostile (vocal), Marcelo Loko e Ítalo Porto (guitarras), Rodrigo End (bateria) e Adriano Abreu (baixo).


Contatos:

  • E-mail: 
  • Soundcloud:
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  • Endereço: Rua Jaguaretama, 181 – apto. 181, Aldeota, Fortaleza-CE, CEP: 60.140-050 (A/c: Adriano Abreu (Cel.: (85) 9.9961.0122)).
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Ankerkeria: death metal contra todas as formas de intolerância.

18871137_1846772718975661_2016415807_n-2Banda de Death Metal formada em meados de 2010 na cidade de Fortaleza/CE, por Joice Lopes (vocalista), Deivde Souza (baterista). Atualmente, a banda conta com os seguintes integrantes Joice Lopes (vocal), Alexandra Castro (The Knickers (baixo)) e Victor Valentine (guitarra). Com influências de bandas como Behemoth, Cannibal Corpse, Morbid Angel, Autopsy, Aborted, Bloodbath, Blood Red Throne, Immortal, Vader, entre outras, a banda apresenta em suas letras uma crítica à religião se posicionando abertamente contra todas as formas de intolerância.

Em março de 2016 a banda lançou o seu primeiro clip, “Blessed Be Thy Shame”, que chamou bastante atenção pela sua produção e simbologia, e em agosto do mesmo ano, lançou o segundo, “Trace Of Disgrace”, gravado no Festival Forcaos  2016.

ankerkeriaEm tempos de exacerbação das individualidades, um dos fatos que mais chama atenção para a banda é a presença de duas mulheres em sua line up, que tem no vocal de Joice, o núcleo da sua estrutura sonora. O instrumental que, bem amparado por linhas de bateria e de baixo tecnicamente coesas,  é moderno e pesado. Os riffs, que são altamente cortantes, demonstram de forma ímpar às influências citadas pelo grupo.

Atualmente, a banda, que é uma das revelações do metal alencarino, está em processo de gravação do seu primeiro CD. Aguardamos o disco para futura resenha, bem como, atualizações sobre as atividades da banda!


Referências:

 

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Entombed – Na ativa e em dose dupla!

O Entombed estava na vanguarda da primeira onda de death metal sueco no início dos anos noventa, com seus dois primeiros discos, Left Hand Path e Clandestine, considerados como marcos do gênero. Em 1994, eles mudaram um pouco de direção. Com Wolverine Blues, deram vazão as influências punk, praticando um som mais despojado, ainda que bastante pesado. Levando-os a receber a alcunha de “death ‘n’ roll” e/ou “death rock” por parte dos fãs mais críticos. Previsivelmente, a mudança de estilo dividiu os fãs, alguns dos quais preferiam a linha death metal tradicional e outros mais receptivos ao novo som. Nos últimos anos a banda mexeu um bocado no seu estilo, cometendo pequenos desvios aqui e ali, mas basicamente aderiu a uma fórmula, agora confiável, que ainda lhes serve bem. O consenso geral é que “Same Difference” é uma versão morna do Entombed original em seu repertório de retorno, com novos álbuns como “Morning Star” e “Uprising” recebendo elogios.

A banda se separou em 2013, quando o guitarrista Alex Hellid saiu de uma turnê e começou a trabalhar com ex-membros antigos. O resto da banda continuou gravando um álbum que acabou sendo lançado sob o nome de Entombed A.D., e essa banda pode agora ser considerada como a continuidade da banda original. Entretanto, uma decisão judicial de 2014 dizia que ninguém poderia usar o nome Entombed. Porém Hellid, juntamente com os membros antigos, Uffe Cederland e Nicke Andersson e dois novos integrantes, fizeram uma apresentação como Entombed em outubro de 2016. O que nos leva a inferir que as duas bandas estão ativas.


Referências:

Música, Rock/Metal

Dissection: Storm of the Light’s Bane – obra prima do black/death metal

315653_207303032669640_384402145_nA Dissection foi aclamada como um dos fundadores do chamado “som de Gotemburgo”, que basicamente dá um toque melódico ao metal. Todos os seus álbuns são considerados clássicos do death metal. Com “Storm Of The Light’s Bane” sendo considerado [por muitos] o seu melhor até hoje. Embora a popularidade da banda ainda estivesse em ascensão, em 1997 um conflito interno entre os membros levou a maioria a deixar a banda por motivos pessoais. Johan Norman e Tobias Kellgren, formaram a Soulreaper, deixando Jon Nödtveidt Sem banda. Mais tarde, em 1998, Nödtveidt foi condenado por assassinato e levado à prisão, colocando a banda em pausa por tempo indeterminado.

Em “Storm…“, a banda se aprimora em sua marca black/death metal com resultados impressionantes. As guitarras, com seus riffs sombrios e tons intencionalmente borrados, provocam a sensação de um vento congelante. As batidas são rápidas, intrincadas e precisas, enquanto os vocais de Jon Nodtveidt são dotados de um felling maligno que equivalem a uma espécie de pesadelo. Com uma bela capa, que retrata o ceifador andando pela neve sobre um cavalo preto enquanto segura uma foice e uma ampulheta. As músicas em si (seis delas, excluindo a intro (apenas com guitarras e piano), são todas mini-epopeias habilmente criadas. Há um forte senso de unidade temática amarrando os vários riffs em cada uma de suas seções e as melodias são majestosas.


Referências: