Música, Rock/Metal

dica# THE WOLFGANGS – Cannibal Family

R-4236052-1359318048-6059.jpegContando com uma mulher no front, a banda The Wolfgangs descende de estilos como o “Psychobilly” antigo e novo e daquilo que se convencionou chamar “Neo-Rockabilly“. Têm como principais influências, bandas como Mad Sin, Reverend Horton Heat e The Meteors. A despeito de suas influências, criaram um estilo próprio dentro do Psychobilly rock. A banda é formada por Cha von Wolfgang (vocal), Lothar von Wolfgang (guitar), Dean Blondin (Baixo/backing vocal) e Jim Bullit (bateria).


Referências:

Música, Rock/Metal

KING 810 – Devil Don’t Cry

King 810, mais conhecida pela forma abreviada “King”, é uma banda de Flint, Michigan (EUA), formada em 2007. Formada por David Gunn, Andrew Beal, Eugene Gill e Andrew Workman. Seu primeiro lançamento foi o EP independente intitulado Midwest Monsters em 2012, o que lhes valeu um contrato com a Roadrunner Records. Eles lançaram seu segundo EP intitulado Proem em 2014, e seu álbum de estreia Memoirs of a Murderer no mesmo ano. Segue o video para “Devil don’t cry” do álbum, acima mencionado.

 

Música, Rock/Metal

#9 Especial Festivais de verão na Europa (gravado na Jazigo)

O Buteco do Rock Podcast desta semana [2ª semana de junho] foi gravado na Jazigo Loja e Distro, que vende tudo relacionado a rock e metal. Batemos um bate papo com o Maciel, proprietário da loja, no qual falamos dos grandes festivais europeus, do cenário “metal” de Fortaleza e da loja, em si, que também dispõe de uma bela carta de cervejas. Então, abra uma cerveja e nos acompanhe nessa genuína conversa de boteco, que leva o rock e a bebedeira de uma forma muito seria! Lembre-se de comentar e nos ajudar a melhorar!
Forte Abraço!

Buteco do Rock Podcast

Podcast onde falamos sobre cerveja e rock, num papo descontraído, cheio de humor e informação!

Neste episódio visitamos a Jazigo Loja & Distro, do nosso amigo Maciel, que já virou um ponto de encontro pra quem quer tomar uma cerveja gelada enquanto compra discos, camisas e outros artigos Rock/Metal!

Ainda tem o guardanapo do copo com os comentários de nossos ouvintes e a promissora banda Blasfemador de Fortaleza-CE, encerrando nosso episódio no bloco A SAIDEIRA É POR CONTA DA CASA.

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TOCAMOS NESSE EPISÓDIO:

Adrenaline Mob: Undaunted

The Offspring – Intermission

Gammaray – Heavy Metal Universe

Steel Panther: Asian Hooker

Dokken: Best of Me

King Diamond: Abigail

Jeff Scott Soto: Give a Little More

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Música, Rock/Metal

metalpesado# Ankerkeria – Bendito seja o Death Metal!

18871137_1846772718975661_2016415807_n-2Banda de Death Metal formada em meados de 2010 na cidade de Fortaleza/CE, por Joice Lopes (vocalista), Deivde Souza (baterista). Atualmente, a banda conta com os seguintes integrantes Joice Lopes (vocal), Alexandra Castro (baixo) e Victor Valentine (guitarra). Com influências de bandas como Behemoth, Cannibal Corpse, Morbid Angel, Autopsy, Aborted, Bloodbath, Blood Red Throne, Immortal, Vader, entre outras, a banda apresenta em suas letras uma crítica ao tema religião.

Em março de 2016 a banda lançou o seu primeiro clip, “Blessed Be Thy Shame”, que chamou bastante atenção pela sua produção e simbologia, e em agosto do mesmo ano, lançou o segundo, “Trace Of Disgrace”, gravado no Festival Forcaos  2016.

ankerkeriaEm tempos de intolerância exacerbada, um dos fatos que mais chama atenção para a banda é a presença de duas mulheres em sua line up, que tem no vocal de Joice, o cerne da sua estrutura sonora. O instrumental que, bem amparado por linhas de bateria e de baixo tecnicamente coesas,  é moderno e pesado. Os riffs, que são altamente cortantes, demonstram de forma ímpar às influências citadas pelo grupo.

Atualmente, a Ankerkeria está em processo de gravação do seu primeiro CD.


Contatos:

 

Música, Rock/Metal

resenha# Nafandus – Unbreakable

Nafandus é uma banda de Fortaleza-CE, surgida em meados de 2013. Formada por Claudine Albuquerque (vocal), Lucas Santiago (Guitarra/Vocal), Lucas Rodrigues (Guitarra), Lucas Ravel (baixo/vocal), Tiago Skilo (bateria/samples), tem como principais influências, grupos como Alice In Chains, Pearl Jam, Velvet Revolver, Stone Temple Pliots, Soundgarden, Temple of the Dog, Audioslave, Metallica, Deftones, Black Sabbath, Far From Alaska, Rage Against the Machine, dentre outras. Com uma proposta musical bastante inovadora realiza uma mistura de elementos do rock e do metal com a sonoridades da música tipicamente nordestina.

nafandusCom quatro anos de carreira, tocou em importantes eventos da cena nacional, conquistando a IIIV Mostra de Música Petrúcio Maia e o I Festival de Música da Juventude de Fortaleza, participando também do Festival Porão do Rock em Brasília/DF e no Maloca Dragão 2017. A banda possui um EP auto-intitulado (Nafandus) e acaba de lançar seu segundo trabalho, “Unbreakable“, que veio seguido do vídeo clipe da música “Underdog” (o primeiro da tragetória da banda).

18221606_1303149699775890_7843717590070546493_nUnbreakable é inspirado visualmente nos personagens da franquia de filmes Mad Max, e Frank Miller. As músicas são compostas em inglês e calcadas na sonoridade e estética de bandas clássicas do rock como Black Sabbath e Led Zeppelin tendo também fortes influências do Stoner Metal e do Desert Rock dos anos 90 e 00’s, contrastando com trechos falados em português, elementos folk, percussivos e da música nordestina tradicional. Com músicos competentes e uma vocalista com bom nível de amadurecimento, a banda, com a ajuda de um bom produtor, acaba de produzir um dos discos de rock mais pesados e interessantes do ano, no país. Então, ouça e tire suas próprias conclusões.

Música, Resenha, Rock/Metal

resenha# Em tudo o que eu faço, eu procuro ser muito Rock and Roll

Havia falado sobre esse livro há tempos. Hoje, depois de lido e relido, retorno com uma breve resenha que, do meu ponto de vista, poderia ajudar a reorientar muitas ações com vistas ao fortalecimento da cena rock/metal da cidade de Fortaleza/CE. Eis que há caminhos, e estes, apontam para muitas possibilidades.

Captura-de-Tela-2017-02-08-às-17.13.40Irapuã Peixoto Lima Filho é Doutor em Sociologia e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), membro do Laboratório de Pesquisas em Políticas e Cultura (LEPEC/UFC). Também é pesquisador associado do Núcleo de Pesquisas Sociais da Universidade Estadual do Ceará (NUPES/UECE) e do Núcleo de Estudos em Gestão Política e Desenvolvimento Urbano (GPDU/UECE). Além da temática da Juventude, mantém pesquisas sobre gestão urbana, mobilidade urbana e educação.

Neste livro, o autor realiza, através de uma pesquisa muito consistente, uma análise panorâmica do movimento roqueiro da cidade de Fortaleza, o qual chama de “rede roqueira”. Contexto no qual, atribui ao termo retro mencionado o sentido de conjunto das relações entre bandas de rock, público, produtores de shows, lojas de produtos ligados ao rock e afins. A leitura é de que tal rede passou a se constituir como um movimento capaz de sustentar economicamente, a partir de ações que fomentam eventos de rock e criam condições de consumo de produtos relacionados a este.

O estudo consiste de uma análise sócio-antropológica que busca compreender o modo de pertença dos roqueiros aos agrupamentos aos quais estão identificados. No qual “modo de pertença” significa a apropriação e incorporação dos símbolos e posturas do rock, ao comportamento e à vida prática dos fãs do gênero. Sendo que estes símbolos e posturas dizem respeito, na maioria das vezes, ao teor questionador e transgressor do rock, que estabelece uma espécie de diálogo profundo com a rebeldia típica da juventude.

Nesse sentido, o rock expressa, através de uma linguagem muito própria, um conjunto de símbolos contidos nas roupas, nas letras e na atitude musical, que favorece o encontro do jovem, com sua identidade dentro de um grupo em dado momentos de sua formação. Na qual, conforme o autor, são assimilados e adequados, – numa perspectiva mais pessoal, – de acordo com a realidade de cada um e, – numa mais geral, – com a realidade do país, região, cidade, etc.

EM_TUDO_O_QUE_FACON_EU_PROCURO_SER_MUITO_1403562489BNa cidade de Fortaleza/CE, a rede roqueira começou a se firmar a partir de um conjunto de ações que permitiu ao jovem, ter acesso aos eventos (shows) e aos produtos do rock (CDs, camisetas e assessórios), pelo surgimento dos coletivos (entidades independentes e/ou ONGs), que, normalmente são capitaneados por gente que incorpora de uma forma mais abrangente o estilo de vida roqueiro (criando música, produzindo shows e/ou trabalhando em lojas de rock). A abertura econômica também contribui para a firmação da rede, visto que, implica em aumento de poder aquisitivo, permitindo também ao público menos abastado, adquirirs produtos relativos ao rock como os CDs gravados pelas bandas e os ingressos para os shows.

O autor dividiu os agrupamentos mais atuantes na rede roqueira de Fortaleza em “Metaleiros“, aqueles adeptos das vertentes mais pesadas do Metal, como o Heavy, o Thrash, o Death e o Black metal; em “Alternativos“, aqueles adeptos das vertentes como grunge, indie, etc.; em “Punks“, “Hardcores“, “Skinheads” e “Emos”. Sendo que, conforme diz o autor, “Cada um desses tem forte ligação com os movimentos surgidos no rock dos anos 1970 em diante, ou seja, do punk e seus desdobramentos.”

Assim, a rede roqueira de Fortaleza/CE começou a se consolidar ou a existir de fato, quando passou a produzir e a escoar produtos de rock de todas as espécies. Isto é, quando desenvolveu uma cadeia produtiva capaz de prover um nicho de mercado, onde havia demanda e para a qual passou a existir produção de elementos de consumo.

Nesse sentido, a formação de público consumidor, os músicos (que são aqueles em função da qual, a cadeia forma relações), os produtores de shows e as lojas de produtos relacionados ao rock se ‘associam’ para fomentar e prover a todo tipo de demanda ensejado pelo estilo de vida roqueiro. Fazendo com que, dessa forma, o movimento exista como algo concreto dentro de um cenário econômico volátil cujas perspectivas se orientam para a possibilidade de se criar um mercado sustentável independentemente de conjunturas.

Dessa forma, resgatando elementos da introdução, conclui-se que a obra em questão pode ajudar a reorientar ações por parte de todos os atores (público, artistas, produtores, proprietários de lojas, etc.), operantes na cena em que se constitui a rede roqueira de Fortaleza/CE. Sendo estes atores, o público para o qual o livro se destina. Em tempo, as referidas pesquisas e análises estão validadas cientificamente, constituindo-se em si mesmas, instrumentos de grande valor acadêmico. Da mesma forma, resgata e revela hábitos e costumes do roqueiro cearense em sua forma mais pura de interagir com o caráter universal do estilo de vida roqueiro, destrinchando aspectos culturais intrínsecos ao nosso povo.


Mais sobre o livro:

Agradecimentos:

  • Irapuã Peixoto Lima Filho
  • Abda Medeiros
Música, Rock/Metal

metalpesado# Siege Of Hate – A história dos veteranos do grindcore nacional!

A banda Siege Of Hate surgiu em 1997 como um projeto entre membros das bandas Insanity (Bruno Gabai) e Obskure (Amaudson Ximenes e Dangelo Feitosa), complementado por Ricarte Neto. Adeptas do Thrash Metal e do Death Metal, ambas detinham forte apelo junto aos bangers da época. Tal como o Lock Up (cujos integrantes são membros efetivos de outras bandas), a proposta do SOH era a de tocar grindcore puro e simples. Então, devido a uma série de acontecimentos de ordem pessoal e profissional o projeto, acabou por se tornar a banda principal. E hoje, o nome Siege Of Hate é reconhecido internacionalmente.

soh demo 1671710Em 1998, como resultado dos trabalhos de estúdio, realiza sua estréia em  formato físico com a demo-tape Return To Ashes, através da qual se apresenta para o país de uma forma muito consistente. São 9 músicas executadas em torno de 25 minutos. De cara, um trabalho nos padrões dos grandes nomes do estilo. Não gosto de comparar mas este exercício ajuda a estabelecer parâmetros de forma a situar o material em questão, de acordo com as referências de seu tempo. Assim, o primeiro nome que me veio à mente foi Brutal Truth.

41269O ano de 2003 assinala o lançamento do primeiro álbum completo do quarteto formado por Bruno Gabai (vocal/guitarra), Tiago Feijó (bateria), George Frizzo (baixo) e Ricarte Neto (vocal/guitarra). Subversive By Nature [Encore Records], aprimora o trabalho realizado na demo de 1998 e eleva a banda a um nível mais profissional. Tanto é que este mesmo disco foi lançado posteriormente na Europa e Estados Unidos. A banda, inspirada nos grandes nomes do thrash, death, punk e hardcore, começa a construir sua identidade pelo modo próprio de compor e da postura contundente diante das questões políticas, econômicas e sociais. São 20 faixas em 31 min, dentre as quais destaco as músicas “Trust”, a mais curta do disco com 17seg. e o cover de No Religion, do D.R.I.

soh time killsAproximadamente 3 anos após, juntamente com os canadenses Time Kills Everything (Crust, Experimental, Industrial), a SOH lança, em 2006, o Split CD Out Of Progress [2+2=5 Records]. O disco no todo é uma espécie de pesadelo sonoro que mistura peso, agressividade e insanidade. A parte que cabe aos brasileiros (já com Saulo Oliveira substituindo Tiago Feijó na bateria) contem 11 faixas que perfazem o total de 14min, sendo sob todos os aspectos, matadora! Ao ouvir esse disco lembrei de Napalm Death em “Fear, Emptiness, Despair“.

Ricarte Neto muda de domicílio, deixando em aberto o posto de segundo guitarrista do grupo. Daí em diante, esse posto não seria mais ocupado por um integrante fixo.

soh deathmoHavendo as seções de guitarras sido divididas entre Ricarte (antes de sua saída) e Gabai, a banda lança, em 2009, Deathmocracy [Bomb This Shit Productions]. O segundo álbum completo e, até o momento, o melhor disco da banda, na opinião deste que vos escreve. Um material altamente profissional tanto pela apresentação quanto pela música: por fora, uma caixa de papelão de alta qualidade com uma arte primorosa; por dentro, um encarte que contém, num lado, letras e fotos, e noutro, um poster (40×60). Musicalmente, o disco é impecável e conta com 16 faixas que somam 32min. Aliás, diria mesmo que conseguiram fundir de uma forma ímpar os elementos do punk e do hardcore com o metal, que é a essência do grindcore. Deathmocracy é ódio em estado bruto, remetendo bastante ao Extreme Noise Terror.

soh tour 2012_-2Como suporte ao disco recém lançado, a banda parte imediatamente para uma turnê pela Europa. Foram 16 apresentações em 7 países durante 26 dias, sendo que, de acordo com Bruno Gabai “A grande maioria dos shows foi promovido pela galera das cenas Punk/HC locais…”. Um marco para a banda e para o metal cearense, visto que até onde fui com dedicadas horas de pesquisa, a SOH é a primeira do estado do a realizar tal feito.

soh animalismApós 3 anos sem gravar, mas com agenda de shows ativa, a banda, agora contando com Fábio Morcego na segunda guitarra, lança em 2013, “Animalism” [Rising Records]. Um disco no qual os músicos fazem uso de timbres mais graves, o que tornou o som mais brutal e perturbador. São 14 músicas em 27 minutos que parecem simbolizar um final hecatômbico para a humanidade. (…) Tendo como plano de fundo o livro “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, o trabalho como um todo, expressa uma mensagem de contestação por meio da qual questiona a validade das lideranças e o controle que exercem sobre as massas.

soh 2013 tour_-2Com disco novo na mão e, prontos pra encarar a Europa pela segunda vez, a SOH juntamente com os cariocas da banda de stoner metal Statik Majik cruza o oceano. Gabai, como frontman, declarou que “Em Geral, esperamos consolidar a divulgação do nosso trabalho na Europa, atingindo novos públicos, promover o novo CD e interagir com bandas de outros países, especialmente com o público de metal europeu, com os quais tivemos menos contato na tour de 2009. (…) O nosso novo CD, Animalism, é o mais brutal da nossa carreira e mistura elementos das diferentes influências que temos.” Ao todo foram 12 shows em 6 países.

soh 2016A divulgação de Animalism se estendeu ao Brasil por todo o ano de 2014. Na sequência, em 2015, a banda lançou “Brave New Civil War” [Back On Tracks Records, Grinding Ages], um EP no formato 7″. Sendo que este foi o primeiro registro em vinil da SOH. Com esse lançamento, a banda parece seguir os passos do “famigerado” Sarcófago no que diz respeito a extrapolar os limites da brutalidade. São 5 músicas num intervalo de aproximadamente 7:24, fazendo deste, um item para iniciados e, considerando o formato 7″EP, diria ainda que se trata de uma peça para colecionadores.

soh returnEm comemoração aos seus 20 anos de aniversário, a banda relança em edição limitada e no formato digipack, sua primeira demo de estúdio “Return To Ashes“, disponibilizada originalmente em 1998 apenas nos formatos em K-7 e CD’R. Além das 9 faixas originais da demo, o CD traz como bônus, sons ao vivo gravados em um show no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura de Fortaleza/CE, em 1999, e uma demo-ensaio gravada em 1997 pela mesma formação que participou da primeira demo, totalizando 34 faixas. Um verdadeiro presente para os fãs do SOH e do Death/Grindcore mudial.

Por fim, A formação atual do grupo é: Bruno Gabai (vocal e guitarra), George Frizzo (baixo) e Saulo Oliveira (bateria). A banda, inclusive, informa que está preparando para o segundo semestre deste ano um álbum novo com inéditas. Sendo que este será o primeiro com músicas em português!


Referências: