Música, Rock/Metal

dica# THE WOLFGANGS – Cannibal Family

R-4236052-1359318048-6059.jpegContando com uma mulher no front, a banda The Wolfgangs descende de estilos como o “Psychobilly” antigo e novo e daquilo que se convencionou chamar “Neo-Rockabilly“. Têm como principais influências, bandas como Mad Sin, Reverend Horton Heat e The Meteors. A despeito de suas influências, criaram um estilo próprio dentro do Psychobilly rock. A banda é formada por Cha von Wolfgang (vocal), Lothar von Wolfgang (guitar), Dean Blondin (Baixo/backing vocal) e Jim Bullit (bateria).


Referências:

Música

#10 Moonspell

Nesse episódio falamos sobre a banda portuguesa Moonspel, que faria uma grande turné brasileira neste mês de Junho – que infelizmente foi cancelada pela própria banda. A tour não aconteceu mas, mesmo assim, nosso podcast está no ar com muitas informações sobre esta que é uma das maiores bandas do velho continente. (…) Como de costume, abrimos uma cerveja diferenciada para nos para nos suavizar um pouco essa atmosfera árida do mundo do metal. (…) Te convidamos a fazer parte desse programa nos acompanhando na cerveja e nessa genuína conversa de bar na qual o rock e a bebedeira são levados muito a sério! (…) Lembre-se de comentar e nos ajudar a melhorar sempre!
Forte Abraço!

Buteco do Rock Podcast

Podcast onde falamos sobre cerveja e rock, num papo descontraído, cheio de humor e informação!

Neste episódio falamos sobre o Moonspell, maior expoente do metal português. Discutimos o novo disco e as mudanças no som da banda.

No Colarinho do Buteco tomamos a cerveja Beijos de Corpo (eu sei, o nome é estranho) e encerrando nosso episódio no bloco A SAIDEIRA É POR CONTA DA CASA tivemos a pesadíssima ANKERKERIA, banda de Fortaleza que não deixa nada a dever a nenhuma gringa do estilo!

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Moonspell

Em nome do Medo: A Brazilian Tribute to Moonspell

Ankerkeria

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TOCAMOS NESSE EPISÓDIO:

Adrenaline Mob: Undaunted

Moonspell: Opium

Moonspell: Soulsick

Moonspell: Alma Mater

Ankerkeria: Trace and Disgrace

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Blues, Música

domingoblues# Stevie Ray Vaughan

Por Neivaldo Araújo

Nascido em 03/10/54 (Dallas), Stephen “Stevie” Ray Vaughan, se mudou para Austin com 17 anos, quando iniciou sua carreira musical.

Importante figura do blues, um estilo musical caracterizado pelo swing e pela fusão do blues com o rock, o qual alguém chamou de “Texas Blues“. Tornou-se um dos principais músicos do blues, com diversos álbuns lançados e uma carreira brilhante.

img_0.jpgNo início de sua carreira fazia apresentações na banda de seu irmão Jimmie Vaughan, a princípio tocando o contra-baixo, apenas para ter a oportunidade de tocar em uma banda, que era seu desejo na época. Com a experiência adquirida, assumiu a guitarra definitivamente e após tocar em uma série de bandas, formou o conjunto de blues, Country e rock chamado Double Trouble com o baterista Chris Layton e o baixista Jackie Newhouse no final dos anos 70.

Tommy Shannon substituiu Newhouse em 1981, no início conhecido apenas localmente, Vaughan atraiu a atenção de David Bowie e Jackson Browne, gravando em álbuns de ambos. O primeiro contato de Bowie com Vaughan havia sido no Montreux Jazz Festival. Bowie lançou Vaughan em seu álbum “Let’s Dance” na canção com o mesmo nome e também na canção “China Girl“.

O álbum de estréia do Stevie Ray Vaughan e Double Trouble foi lançado em 1983. O aclamado pela crítica, Texas Flood lançou o sucesso “Pride and Joy” e vendeu bem tanto nos círculos de blues como de rock. Os álbuns seguintes, “Couldn’t Stand the Weather” (1984) e “Soul to Soul” (1985), vivenciaram quase o mesmo sucesso dos discos anteriores.

O vício em drogas e o alcoolismo levaram Vaughan a ter um colapso durante sua turnê em 1986. Passou por um processo de reabilitação na Georgia um ano mais tarde. Após seu retorno, Vaughan gravou “In Step” (1989), outro disco aclamado pela crítica que ganhou um Grammy pela melhor gravação de Blues Rock, foi indicado a doze Grammys, vencendo seis; em 2000,

Vaughan morrreu tragicamente na manhã do dia 27 de agosto de 1990, ele morreu em um acidente de helicóptero, que seguia para uma apresentação no Alpine Valley Music Theater, onde na tarde anterior se apresentara junto com Robert Cray, Buddy Guy, Eric Clapton e seu irmão mais velho Jimmie Vaughan.

Quatro helicópteros estavam a disposição dos músicos, e Stevie encontrou um lugar vazio em um helicóptero com alguns membros da equipe de Clapton, e decidiu embarcar. Em consequência do céu extremamente nublado e da forte névoa, o helicóptero de Stevie virou para o lado errado e foi de encontro com uma pista artificial de ski. Não houve sobreviventes, Stevie Ray Vaughan foi enterrado no Laurel Land Memorial Park,em Dallas, no Texas.

Comportamento, Música

A Palavra [2]: RESUMO

Com este trabalho monográfico, pretendemos tratar do fenômeno da linguagem com base nos escritos da obra Investigações Filosóficas de Ludwig Wittgenstein. Fenômeno este, concebido pelo filósofo como resultado dos processos humanos de interação social. Nesse sentido, buscamos situar o referido fenômeno no conjunto das atividades humanas realizadas em comunidade de modo que possamos, através da consciência de sua prática, colocá-la no âmbito das coisas imanentes. O fenômeno da linguagem é analisado sob o prisma das relações que os homens formam entre si e relativamente ao meio no qual estão integrados. Os caminhos trilhados por Wittgenstein na obra supra mencionada orientam-nos para uma nova concepção da linguagem humana. Para o filósofo, essa linguagem é fruto de nossa práxis cotidiana, a qual engendra os mecanismos de comunicação e de troca de experiências, os quais participam da totalidade de nosso conhecimento. Essa linha de raciocínio nos leva ao consequente descobrimento de uma linguagem que se impõe como condição de possibilidade da realização do conhecimento humano enquanto tal, uma vez que, sendo parte do conjunto das atividades humanas, é realizada na medida em que se pratica uma atividade. Dessa forma, concluímos que as palavras adquirem significação mediante o uso que delas é feito no conjunto da linguagem humana, sendo, portanto, resultado do processo de socialização do homem.

Palavras-chave: Linguagem. Conhecimento. Reviravolta.


Links:

 

Música, Rock/Metal

KING 810 – Devil Don’t Cry

King 810, mais conhecida pela forma abreviada “King”, é uma banda de Flint, Michigan (EUA), formada em 2007. Formada por David Gunn, Andrew Beal, Eugene Gill e Andrew Workman. Seu primeiro lançamento foi o EP independente intitulado Midwest Monsters em 2012, o que lhes valeu um contrato com a Roadrunner Records. Eles lançaram seu segundo EP intitulado Proem em 2014, e seu álbum de estreia Memoirs of a Murderer no mesmo ano. Segue o video para “Devil don’t cry” do álbum, acima mencionado.

 

Música, Rock/Metal

#9 Especial Festivais de verão na Europa (gravado na Jazigo)

O Buteco do Rock Podcast desta semana [2ª semana de junho] foi gravado na Jazigo Loja e Distro, que vende tudo relacionado a rock e metal. Batemos um bate papo com o Maciel, proprietário da loja, no qual falamos dos grandes festivais europeus, do cenário “metal” de Fortaleza e da loja, em si, que também dispõe de uma bela carta de cervejas. Então, abra uma cerveja e nos acompanhe nessa genuína conversa de boteco, que leva o rock e a bebedeira de uma forma muito seria! Lembre-se de comentar e nos ajudar a melhorar!
Forte Abraço!

Buteco do Rock Podcast

Podcast onde falamos sobre cerveja e rock, num papo descontraído, cheio de humor e informação!

Neste episódio visitamos a Jazigo Loja & Distro, do nosso amigo Maciel, que já virou um ponto de encontro pra quem quer tomar uma cerveja gelada enquanto compra discos, camisas e outros artigos Rock/Metal!

Ainda tem o guardanapo do copo com os comentários de nossos ouvintes e a promissora banda Blasfemador de Fortaleza-CE, encerrando nosso episódio no bloco A SAIDEIRA É POR CONTA DA CASA.

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Jazigo Loja & Distro

Blasfemador

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TOCAMOS NESSE EPISÓDIO:

Adrenaline Mob: Undaunted

The Offspring – Intermission

Gammaray – Heavy Metal Universe

Steel Panther: Asian Hooker

Dokken: Best of Me

King Diamond: Abigail

Jeff Scott Soto: Give a Little More

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Blues, Música

domingoblues# Beth Hart – Fire on the Floor

13906657_1410133339003227_2093218571253830164_nCantora e compositora norte-americana originária de Los Angeles, com oito álbuns na bagagem (sendo um desses ao vivo). Tem apenas 41 anos, e seu maior sucesso aconteceu em 1999, com o single “L.A. Song (Out Of This Town)“, que chegou ao Top 5 da parada americana. Com o sucesso veio a pressão, vício em drogas, necessidade de internação em clínicas e uma carreira promissora parecia indo para o ralo… Aos poucos, ela se recuperou: se livrou do vício, voltou a gravar álbuns e excursionar, pavimentando uma base de fãs (chegou a gravar uma canção com Slash para seu álbum solo; o guitarrista retribuiu o favor em um álbum da cantora). Até que ela conheceu Joe Bonamassa e eles resolveram gravar juntos um álbum de covers. A carreira da cantora deu uma guinada, com o sucesso deste disco (chegou na posição de número 22 na parada inglesa). O disco novo representa um grande momento criativo para a artista, que tem disparando álbuns aclamados junto aos maiores nomes da música e agitando as noites americanas com sua voz agre-doce. Pode-se dizer que com o novo disco Beth Hart está em chamas. Fire on the Floor trás canções assentadas na base do Blues com influências jazzísticas, capazes de agitar e de emocionar aos mais incautos. Sem mais delongas, aprecie!


Referências: