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bluenote# Nat Adderley

Nat Adderley 02-2A corneta de Nat Adderley (que nos seus primeiros dias foi fortemente influenciada por Miles Davis) foi sempre uma voz complementar ao seu irmão Cannonball Adderley no seu popular quinteto. Sua carreira correu paralela a do seu irmão mais velho por algum tempo. Nat se iniciou com o trompete em 1946, mas mudou para a corneta em 1950. Havendo sido engajado, tocou na banda do exército no período de 1951 a 1953. Depois de um tempo com Lionel Hampton (1954-1955), fez sua primeira gravação em 1955, quando se juntou ao Cannonball’s Quintet no período de 1956 a 1957, contudo, sem sucesso. Depois passou períodos com os grupos de J.J. Johnson e Woody Herman antes de juntar-se novamente ao irmão no quinteto em outubro de 1959. Desta vez o grupo se tornou um grande sucesso e Nat nele permaneceu até a morte do irmão em 1975. Contribuiu com originais como “Work Song“, “Jive Samba” e “The Old Country“, bem como com muitos solos bop hard emocionante. Nat Adderley, que estava no auge de seu talento no início dos anos 60 e tornou-se adepto dos solos e neles imergiu. Montou seus próprios quintetos após a morte do irmão. Seus parceiros mais notáveis ​​foram Sonny Fortune (no início dos anos 80) e Vincent Herring. Embora tenha reduzido sua agenda de shows, Nat não tinha a mesma resistência de seus primeiros. Todavia, continuou gravando sessões de relevância nos anos antes de sua morte em 02/01/2000. Muitas, mas não todas as suas gravações estão atualmente disponíveis graças a selos como Savoy, EmArcy, Riverside, Jazzland, Atlantic, Milestone, A & M, Capitol, Prestige, SteepleChase, Galaxy, Theresa, In & Out, Landmark, Evidence, Enja, Timeless, Jazz Challenge e Chiaroscuro.


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bluenote# Earl Klugh

EARL_KLUGH_WISHFUL+THINKING-547570Violonista nato, Earl Klugh não se considera um músico de jazz, creditando Chet Atkins como sua maior influência. Klugh tocou em um álbum de Yusef Lateef quando ele tinha 15 anos e ganhou reconhecimento em 1971 por suas contribuições para o disco de George Benson, “White Rabbit”. Ele tocou regularmente com Benson em 1973, foi brevemente um membro do grupo Return to Forever em 1974, e em seguida, em meados dos anos 70 começou a gravar como líder de seu próprio trabalho. Depois de um par bem recebido de álbuns solo, incluindo One on One”, (1979) pelo selo Blue Note. Ganhou um Grammy em colaboração com o pianista Bob James. Em 1984, ele mudou de selo e lançou um de seus álbuns mais populares, “Soda Fountain Shuffle”, pela Warner Bros. Klugh fez sua maior expressão artística em 1989 com o disco “Solo Guitar”. Dois anos depois, ele voltaria ao repertório de jazz clássico de Solo Guitar, mas desta vez com o baixista Ralphe Armstrong e o baterista Gene Dunlap se lançou no projeto “The Earl Klugh Trio, Vol. 1″. Em “Cool” de 1992, trabalhou com Bob James novamente que teve na sequência, três lançamentos mais suave para a família Warner Bros antes de mudar para o selo Windham Hill. Compilações, álbuns ao vivo, aparições em obras de terceiros e reedições preencheram os anos que antecederam a “Naked Guitar”, de 2005, um álbum de baixo padrão e pesado para o selo Koch. “The Spice of Life” foi lançado em 2008. Durante os próximos quatro anos, Klugh se concentrára em turnê e reservára seu tempo para os concertos de Jazz, tanto no Broadmoor Hotel & Resort em Colorado Springs e do Kiawah Island Golf Resort, na Carolina do Sul. Em 2013, voltou a gravar. Então, lancou o disco “Hand Picked” pelo selo Heads Up no verão de 2013 e contou com convidados como Bill Frisell, Vince Gill e Jake Shimabukuro.

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bluenote# Tal Farlow ’78

Um dos álbuns mais obscuros do guitarrista Tal Farlow, este LP (ainda não reeditado em CD pela Concord) apresenta Farlow em um trio despojado com o baixista Gary Mazzaroppi e o baterista Tom Sayek. Apresentando duas composições próprias (“Mahoney’s 11 Ohms” e “Gymkhana no Soho”), e complementando por releituras  de clássicos do jazz, “1978” mostra Farlow em boa forma, estando, inclusive, em alguns momentos, excessivamente relaxado. Seus acompanhantes ouvem e reagem atentamente, pois os holofotes estão quase que inteiramente sobre o guitarrista. ’78 se mostra ainda hoje como um trabalho sólido e memorável.

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bluenote# Let’s get lost Mr. Baker.

Quando escutei Chet Baker pela primeira vez eu nem sabia que ele cantava, achava que era algo na linha do Miles Davis, mas quando entrou a voz na faixa Moon & Sand do disco trilha sonora do Doc. Let’s get lost foi caso perdido e martelo batido. 29 anos atrás de uma janela num hotel em Amsterdam, Baker tocou por uns instantes e o silêncio e paz que sua música me proporciona foi morar nas histórias indeléveis do universo. Aos 58, deixou um discografia imensa e respeitada em todo mundo. Let’s get lost Mr. Baker.

Por Chris Machado Fotografia

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bluenote# Red Mitchell – Talking

Keith Moore “Red” Mitchell Nasceu em Nova York em 20 de setembro de 1927. Mostrou interesse precoce para a música e sobre como ela funciona. Crescer em Nova Jersey, havendo sido encorajado por sua mãe, que amava a natureza e a poesia; e seu pai engenheiro, que amava a música e lhe explicou como as coisas funcionavam. Depois de nove anos de aulas de piano, quatro anos de sax alto e clarinete e uma bolsa de estudos de engenharia para Cornell, ele começou a tocar baixo no exército em 1947.

178924596Quando em Estocolmo, em 1968, foi recebido em toda a Europa, formando várias parcerias e tocando com amigos convidados. Entre 1977 e 1990 ele passou cerca de três meses por ano em Nova York tocando principalmente na Bradley’s com seus parceiros de piano favoritos. Realizou performances de guitarra e baixo com Jim Hall, Herb Ellis, Joe Pass (com quem gravou o disco em questão), Joe Beck e outros. Sendo que muitos chamaram a atenção para o seu “incomparável domínio” do jazz bass. Leonard Feather o chamou de “o melhor baixista do jazz”.

Red Mitchell dedicou sua vida à música e à comunicação. Sua personalidade e seu gosto pela música eram descritos por amigos e parceiros como sendo maiores do que sua própria vida. Jim Hall disse: “O Red fez os mais lindos solos melódicos do que qualquer um em qualquer instrumento. Acho que talvez ele e Lester Young estivessem no mesmo nível. O fato de que ele haver parado de tocar o baixo de corda foi algo incompreensível”. Já o baixista clássico, Gary Karr, disse: “Sempre julguei o talento, seja jazzístico ou clássico, sobre o som que uma pessoa produz (falando de Red) porque o som é a sua assinatura.

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bluenote# Marcin Wasilewski Trio

wasilewski-milderDevido à uma demanda crescente, inauguramos hoje, a seção bluenote#, inteiramente dedicada ao Jazz. Para começar, apresentamos Marcin Wasilewski Trio, um dos maiores nomes da cena jazz polonesa, reconhecida por seu talento único em misturar tradição com contemporâneo. O trio é formado por Marcin Wasilewski no piano, Slawomir Kurkiewicz na base, e Michal Miśkiewicz na percussão. Frua!

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dica# Guilherme Vieira Alves – Seattle (Avishai Cohen cover)

Guilherme é, de acordo com seu facebook oficial, compositor, instrumentista, arranjador e professor. Formado em Música Popular no Instituto de Artes (UNICAMP), é mais um talento brasileiro. Sucesso para ele, é só uma questão de tempo!