Poesia

poesia# Como o diabo gosta

Não quero regra nem nada
Tudo tá como o diabo gosta, tá,
Já tenho este peso, que me fere as costas,
e não vou, eu mesmo, atar minha mão.

O que transforma o velho no novo
bendito fruto do povo será.
E a única forma que pode ser norma
é nenhuma regra ter;
é nunca fazer nada que o mestre mandar.
Sempre desobedecer.
Nunca reverenciar.

:: “Como o diabo gosta” é um hino à liberdade. É um questionamento sobre a ordem da desordem que existe com o nosso consentimento.

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1 thought on “poesia# Como o diabo gosta”

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