Música

butecodorock#8 Especial Arrependimentos Rock (gravado na Schaide Bier)

Qual o seu maior arrependimento relativo ao rock? Todos nós, fãs de rock/metal, já perdemos um show ou fizemos/deixamos de fazer algo do qual nos arrependemos pelo resto de nossas vidas. Para responder, ou melhor, para botar pra fora toda a amargura de haver deixado de fazer algo em razão da qual nossas vidas poderia ter mais sentido, Sidney Alencar, Cristiano Machado, Plácido Felipe e Eu batemos um genuíno papo de boteco juntamente com o pessoal da Cervejaria Schaide Bier. E você, tem algum arrependimento relativo ao rock? Então, chega mais! Abra uma cerveja e divide essa experiência conosco.

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Forte abraço!

Buteco do Rock Podcast

Podcast onde falamos sobre cerveja e rock, num papo descontraído, cheio de humor e informação!

Neste episódio: visitamos a fantástica cervejaria Schaide Bier em Fortaleza-CE para conhecer as cervejas produzidas pelo nosso anfitrião Rafael e seus sócios Gleuber, Leonardo e Johnson enquanto batemos um papo sobre nossos maiores arrependimentos em se tratando de shows de rock e metal!

Cerveja na mesa: Blonde Ale, IPA Passion Ale, Mandarine, todas de produção da Schaide Bier!

Ainda tem o guardanapo do copo com os comentários de nossos ouvintes e a ótima banda NAFANDUS de Fortaleza-CE, encerrando nosso episódio no bloco A SAIDEIRA É POR CONTA DA CASA.

LINKS:

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Nafandus

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TOCAMOS NESSE EPISÓDIO:

Adrenaline Mob: Undaunted

Mastodon – The Motherload

Chuck Berry – Johny B. Goode

KISS…

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Música, Resenha, Rock/Metal

resenha# Em tudo o que eu faço, eu procuro ser muito Rock and Roll

Havia falado sobre esse livro há tempos. Hoje, depois de lido e relido, retorno com uma breve resenha que, do meu ponto de vista, poderia ajudar a reorientar muitas ações com vistas ao fortalecimento da cena rock/metal da cidade de Fortaleza/CE. Eis que há caminhos, e estes, apontam para muitas possibilidades.

Captura-de-Tela-2017-02-08-às-17.13.40Irapuã Peixoto Lima Filho é Doutor em Sociologia e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), membro do Laboratório de Pesquisas em Políticas e Cultura (LEPEC/UFC). Também é pesquisador associado do Núcleo de Pesquisas Sociais da Universidade Estadual do Ceará (NUPES/UECE) e do Núcleo de Estudos em Gestão Política e Desenvolvimento Urbano (GPDU/UECE). Além da temática da Juventude, mantém pesquisas sobre gestão urbana, mobilidade urbana e educação.

Neste livro, o autor realiza, através de uma pesquisa muito consistente, uma análise panorâmica do movimento roqueiro da cidade de Fortaleza, o qual chama de “rede roqueira”. Contexto no qual, atribui ao termo retro mencionado o sentido de conjunto das relações entre bandas de rock, público, produtores de shows, lojas de produtos ligados ao rock e afins. A leitura é de que tal rede passou a se constituir como um movimento capaz de sustentar economicamente, a partir de ações que fomentam eventos de rock e criam condições de consumo de produtos relacionados a este.

O estudo consiste de uma análise sócio-antropológica que busca compreender o modo de pertença dos roqueiros aos agrupamentos aos quais estão identificados. No qual “modo de pertença” significa a apropriação e incorporação dos símbolos e posturas do rock, ao comportamento e à vida prática dos fãs do gênero. Sendo que estes símbolos e posturas dizem respeito, na maioria das vezes, ao teor questionador e transgressor do rock, que estabelece uma espécie de diálogo profundo com a rebeldia típica da juventude.

Nesse sentido, o rock expressa, através de uma linguagem muito própria, um conjunto de símbolos contidos nas roupas, nas letras e na atitude musical, que favorece o encontro do jovem, com sua identidade dentro de um grupo em dado momentos de sua formação. Na qual, conforme o autor, são assimilados e adequados, – numa perspectiva mais pessoal, – de acordo com a realidade de cada um e, – numa mais geral, – com a realidade do país, região, cidade, etc.

EM_TUDO_O_QUE_FACON_EU_PROCURO_SER_MUITO_1403562489BNa cidade de Fortaleza/CE, a rede roqueira começou a se firmar a partir de um conjunto de ações que permitiu ao jovem, ter acesso aos eventos (shows) e aos produtos do rock (CDs, camisetas e assessórios), pelo surgimento dos coletivos (entidades independentes e/ou ONGs), que, normalmente são capitaneados por gente que incorpora de uma forma mais abrangente o estilo de vida roqueiro (criando música, produzindo shows e/ou trabalhando em lojas de rock). A abertura econômica também contribui para a firmação da rede, visto que, implica em aumento de poder aquisitivo, permitindo também ao público menos abastado, adquirirs produtos relativos ao rock como os CDs gravados pelas bandas e os ingressos para os shows.

O autor dividiu os agrupamentos mais atuantes na rede roqueira de Fortaleza em “Metaleiros“, aqueles adeptos das vertentes mais pesadas do Metal, como o Heavy, o Thrash, o Death e o Black metal; em “Alternativos“, aqueles adeptos das vertentes como grunge, indie, etc.; em “Punks“, “Hardcores“, “Skinheads” e “Emos”. Sendo que, conforme diz o autor, “Cada um desses tem forte ligação com os movimentos surgidos no rock dos anos 1970 em diante, ou seja, do punk e seus desdobramentos.”

Assim, a rede roqueira de Fortaleza/CE começou a se consolidar ou a existir de fato, quando passou a produzir e a escoar produtos de rock de todas as espécies. Isto é, quando desenvolveu uma cadeia produtiva capaz de prover um nicho de mercado, onde havia demanda e para a qual passou a existir produção de elementos de consumo.

Nesse sentido, a formação de público consumidor, os músicos (que são aqueles em função da qual, a cadeia forma relações), os produtores de shows e as lojas de produtos relacionados ao rock se ‘associam’ para fomentar e prover a todo tipo de demanda ensejado pelo estilo de vida roqueiro. Fazendo com que, dessa forma, o movimento exista como algo concreto dentro de um cenário econômico volátil cujas perspectivas se orientam para a possibilidade de se criar um mercado sustentável independentemente de conjunturas.

Dessa forma, resgatando elementos da introdução, conclui-se que a obra em questão pode ajudar a reorientar ações por parte de todos os atores (público, artistas, produtores, proprietários de lojas, etc.), operantes na cena em que se constitui a rede roqueira de Fortaleza/CE. Sendo estes atores, o público para o qual o livro se destina. Em tempo, as referidas pesquisas e análises estão validadas cientificamente, constituindo-se em si mesmas, instrumentos de grande valor acadêmico. Da mesma forma, resgata e revela hábitos e costumes do roqueiro cearense em sua forma mais pura de interagir com o caráter universal do estilo de vida roqueiro, destrinchando aspectos culturais intrínsecos ao nosso povo.


Mais sobre o livro:

Agradecimentos:

  • Irapuã Peixoto Lima Filho
  • Abda Medeiros
Música, Rock/Metal

SOH [Siege Of Hate] : a história de um dos veteranos do grindcore nacional!

A banda Siege Of Hate surgiu em 1997 como um projeto entre membros das bandas Insanity (Bruno Gabai) e Obskure (Amaudson Ximenes e Dangelo Feitosa), complementado por Ricarte Neto. Bandas que eram adeptas do Thrash e do Death Metal e, juntas, detinham forte apelo junto aos bangers da época. Tal como o Lock Up (cujos integrantes são membros efetivos de outras bandas), a proposta do SOH era a de tocar grindcore puro e simples. Então, devido a uma série de acontecimentos de ordem pessoal e profissional o projeto, acabou por se tornar a banda principal. E hoje, o nome Siege Of Hate é reconhecido internacionalmente.

soh demo 1671710Em 1998, como resultado dos trabalhos de estúdio, realiza sua estréia em  formato físico com a demo-tape Return To Ashes, através da qual se apresenta para o país de uma forma muito consistente. São 9 músicas executadas em torno de 25 minutos. De cara, um trabalho nos padrões dos grandes nomes do estilo. Não gosto de comparar mas este exercício ajuda a estabelecer parâmetros de forma a situar o material em questão, de acordo com as referências de seu tempo. Assim, o primeiro nome que me veio à mente foi Brutal Truth.

41269O ano de 2003 assinala o lançamento do primeiro álbum completo do quarteto formado por Bruno Gabai (vocal/guitarra), Tiago Feijó (bateria), George Frizzo (baixo) e Ricarte Neto (vocal/guitarra). Subversive By Nature [Encore Records], aprimora o trabalho realizado na demo de 1998 e eleva a banda a um nível mais profissional. Tanto é que este mesmo disco foi lançado posteriormente na Europa e Estados Unidos. A banda, inspirada nos grandes nomes do thrash, death, punk e hardcore, começa a construir sua identidade pelo modo próprio de compor e da postura contundente diante das questões políticas, econômicas e sociais. São 20 faixas em 31 min, dentre as quais destaco as músicas “Trust”, a mais curta do disco com 17seg. e o cover de No Religion, do D.R.I.

soh time killsAproximadamente 3 anos após, juntamente com os canadenses Time Kills Everything (Crust, Experimental, Industrial), a SOH lança, em 2006, o Split CD Out Of Progress. O disco no todo é uma espécie de pesadelo sonoro que mistura peso, agressividade e insanidade. A parte que cabe aos brasileiros (já com Saulo Oliveira substituindo Tiago Feijó na bateria) contem 11 faixas que perfazem o total de 14min, sendo sob todos os aspectos, matadora! Ao ouvir esse disco lembrei de Napalm Death em “Fear, Emptiness, Despair“.

Ricarte Neto muda de domicílio, deixando em aberto o posto de segundo guitarrista do grupo. Daí em diante, esse posto não seria mais ocupado por um integrante fixo.

soh deathmoHavendo as seções de guitarras sido divididas entre Ricarte (antes de sua saída) e Gabai, a banda lança, em 2009, Deathmocracy [Bomb This Shit Productions]. O segundo álbum completo e, até o momento, o melhor disco da banda, na opinião deste que vos escreve. Um material altamente profissional tanto pela apresentação quanto pela música: por fora, uma caixa de papelão de alta qualidade com uma arte primorosa; por dentro, um encarte que contém, num lado, letras e fotos, e noutro, um poster (40×60). Musicalmente, o disco é impecável e conta com 16 faixas que somam 32min. Aliás, diria mesmo que conseguiram fundir de uma forma ímpar os elementos do punk e do hardcore com o metal, que é a essência do grindcore. Deathmocracy é ódio em estado bruto, remetendo bastante ao Extreme Noise Terror.

soh tour 2012_-2Como suporte ao disco recém lançado, a banda parte imediatamente para uma turnê pela Europa. Foram 16 apresentações em 7 países durante 26 dias, sendo que, de acordo com Bruno Gabai “A grande maioria dos shows foi promovido pela galera das cenas Punk/HC locais…”. Um marco para a banda e para o metal cearense, visto que até onde fui com dedicadas horas de pesquisa, a SOH é a primeira do estado do a realizar tal feito.

soh animalismApós 3 anos sem gravar, mas com agenda de shows ativa, a banda, agora contando com Fábio Morcego na segunda guitarra, lança em 2013, “Animalism” [Rising Records]. Um disco no qual os músicos fazem uso de timbres mais graves, o que tornou o som mais brutal e perturbador. São 14 músicas em 27 minutos que parecem simbolizar um final hecatômbico para a humanidade. (…) Tendo como plano de fundo o livro “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, o trabalho como um todo, expressa uma mensagem de contestação por meio da qual questiona a validade das lideranças e o controle que exercem sobre as massas.

soh 2013 tour_-2Com disco novo na mão e, prontos pra encarar a Europa pela segunda vez, a SOH juntamente com os cariocas da banda de stoner metal Statik Majik cruza o oceano. Gabai, como frontman, declarou que “Em Geral, esperamos consolidar a divulgação do nosso trabalho na Europa, atingindo novos públicos, promover o novo CD e interagir com bandas de outros países, especialmente com o público de metal europeu, com os quais tivemos menos contato na tour de 2009. (…) O nosso novo CD, Animalism, é o mais brutal da nossa carreira e mistura elementos das diferentes influências que temos.” Ao todo foram 12 shows em 6 países.

soh 2016A divulgação de Animalism se estendeu ao Brasil por todo o ano de 2014. Na sequência, em 2015, a banda lançou “Brave New Civil War” [Back On Tracks Records, Grinding Ages], um EP no formato 7″. Sendo que este foi o primeiro registro em vinil da SOH. Com esse lançamento, a banda parece seguir os passos do “famigerado” Sarcófago no que diz respeito a extrapolar os limites da brutalidade. São 5 músicas num intervalo de aproximadamente 7:24, fazendo deste, um item para iniciados e, considerando o formato 7″EP, diria ainda que se trata de uma peça para colecionadores.

soh returnEm comemoração aos seus 20 anos de aniversário, a banda relança em edição limitada e no formato digipack, sua primeira demo de estúdio “Return To Ashes“, disponibilizada originalmente em 1998 apenas nos formatos em K-7 e CD’R. Além das 9 faixas originais da demo, o CD traz como bônus, sons ao vivo gravados em um show no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura de Fortaleza/CE, em 1999, e uma demo-ensaio gravada em 1997 pela mesma formação que participou da primeira demo, totalizando 34 faixas. Um verdadeiro presente para os fãs do SOH e do Death/Grindcore mudial.

Por fim, A formação atual do grupo é: Bruno Gabai (vocal e guitarra), George Frizzo (baixo) e Saulo Oliveira (bateria). A banda, inclusive, informa que está preparando para o segundo semestre deste ano um álbum novo com inéditas. Sendo que este será o primeiro com músicas em português!


Referências:

Blues, Música

domingoblues# Gregg Allman

Domingo blues em dose duple para homenagear Gregg Allman em virtude de seu falecimento neste sábado, 27/05/17. Não falaremos de sua obra, nem das possíveis causa de sua morte. Apenas ouviremos sua música.

Blues, Música

domingoblues# Ana Popovic – Unconditional.

CD 12 pg Insert PosterO mundo do blues moderno tem sua parcela de artistas que se destacam em algumas áreas, mas ficam devendo em outras. Por exemplo, alguém que se destaca como guitarrista pode ser meramente adequado como cantor. Ou, alguém que se destaca como um compositor pode ser apenas um cantor mediano e nem tocar muito bem o seu instrumento. Justamente por isso Ana Popovic representa uma tripla ameaça a estes artistas: ela é excelente como cantora, como guitarrista e como compositora. E sua força em todas essas áreas é evidente no disco “Unconditional”. Natural de Belgrado, na Sérvia (antiga Belgrado, Iugoslávia), Ana recebeu influência de muitos artistas. Isso lhe permite transitar por entre estilos e brincar com seu instrumento, como na intensa “Slideshow”, na qual, literalmente rasga sua guitarra através das notas, e mostra o quão talentosa ela é. Outros destaques do disco são a quase hard rock “Count Me In” e “Voodoo Woman”. Ao mesmo tempo, o amor de Ana pelo “soul” se mostra em “Your Love Ain’t Real,”, “Reset Rewind” e ana_home4 (1)2-2“Summer Rain”. Ela é orientada para o blues, mas nunca fez segredo sobre sua paixão pelo rock, soul e jazz. E falando em jazz, ela nos dá uma surpresa muito agradável em uma performance ardente de Nat Adderley “Work Song”. O estilo de Adderley tem sido freqüentemente interpretado como soul-jazz / bebop instrumental, mas, adicionada da letra de Oscar Brown Junior, recebeu diversas interpretações por artistas de jazz. Nesse sentido, a versão de Ana é incomum porque é executada numa linha mais hard, mas, não sem uma consciência jazzística. Aqueles que acompanharam os lançamentos anteriores certamente dirão que o estilo clássico de Ana está mantido em “Unconditional”. Um Belo disco, realmente!

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Referências:

Música

reflexão# Roger Waters – Smell the Roses

Roger Waters, como um sujeito consciente do momento histórico e, crítico dos modelos de consumo vigentes, acaba de lançar (19/05/17) um álbum de cunho reflexivo, cujas canções remetem ao velho Pink Floyd e letras Bob Dylaneanas. Water nos incita a repensar posturas e a questionar o modo como vivemos. Surpreendentemente, por meio do seu Facebook oficial, dedicou a nós, brasileiros, uma mensagem: “Brasil, essa é a vida que realmente queremos?” Frase utilisada para nos questionar sobre o cenário político nacional e que tem como plano de fundo uma foto do presidente da república [imagem em destaque]. Waters é ativista político, e como muitos devem lembrar, em 2015, liderou um boicote contra Israel devido à ocupação do território palestino. Na ocasião solicitou formalmente aos artistas Gilberto Gil e Caetano Veloso que excluíssem Tel Aviv (capital de Israel) da turné comemorativa de 50 anos dos brasileiros. Sendo que não foi atendido.

Referências:

jazz, Música

bluenote# Earl Klugh

EARL_KLUGH_WISHFUL+THINKING-547570Violonista nato, Earl Klugh não se considera um músico de jazz, creditando Chet Atkins como sua maior influência. Klugh tocou em um álbum de Yusef Lateef quando ele tinha 15 anos e ganhou reconhecimento em 1971 por suas contribuições para o disco de George Benson, “White Rabbit”. Ele tocou regularmente com Benson em 1973, foi brevemente um membro do grupo Return to Forever em 1974, e em seguida, em meados dos anos 70 começou a gravar como líder de seu próprio trabalho. Depois de um par bem recebido de álbuns solo, incluindo One on One”, (1979) pelo selo Blue Note. Ganhou um Grammy em colaboração com o pianista Bob James. Em 1984, ele mudou de selo e lançou um de seus álbuns mais populares, “Soda Fountain Shuffle”, pela Warner Bros. Klugh fez sua maior expressão artística em 1989 com o disco “Solo Guitar”. Dois anos depois, ele voltaria ao repertório de jazz clássico de Solo Guitar, mas desta vez com o baixista Ralphe Armstrong e o baterista Gene Dunlap se lançou no projeto “The Earl Klugh Trio, Vol. 1″. Em “Cool” de 1992, trabalhou com Bob James novamente que teve na sequência, três lançamentos mais suave para a família Warner Bros antes de mudar para o selo Windham Hill. Compilações, álbuns ao vivo, aparições em obras de terceiros e reedições preencheram os anos que antecederam a “Naked Guitar”, de 2005, um álbum de baixo padrão e pesado para o selo Koch. “The Spice of Life” foi lançado em 2008. Durante os próximos quatro anos, Klugh se concentrára em turnê e reservára seu tempo para os concertos de Jazz, tanto no Broadmoor Hotel & Resort em Colorado Springs e do Kiawah Island Golf Resort, na Carolina do Sul. Em 2013, voltou a gravar. Então, lancou o disco “Hand Picked” pelo selo Heads Up no verão de 2013 e contou com convidados como Bill Frisell, Vince Gill e Jake Shimabukuro.

Referências: