Música

Domingo é dia de blues: John Mayall – Jazz Blues Fusion

Com a falta de tempo típica desse período do ano, tenho me encontrado sem condições de produzir textos ou qualquer outro conteúdo mais elaborado. Numa tentativa de compensar  a ausência segue mais um vídeo da série “Domingo é dia de blues”, onde trago um vídeo raro ou novo acompanhado de um breve comentário (que pode ser original e/ou copiado de alguma fonte da internet). Espero que apreciem:

John Mayall (29/11/33) é um bluesman britânico cuja carreira se estende por mais de 50 anos. Na década de 60 ele fundou a banda John Mayall & the Bluesbreakers, que contou com alguns dos mais famosos artistas de blues e Rock da época. Dentre os quais destacam-se Eric Clapton, Peter Green, Jack Bruce, John McVie,  Mick Fleetwood, Mick Taylor, Harvey Mandel, Larry Taylor, Aynsley Dunbar, Hughie Flint, Jon Hiseman, etc…”

Jazz Blues Fusion é um álbum ao vivo de duas partes. A primeira é de um show gravado no Boston Music Hall em 18/11/71, e a segunda, uma compilação de dois shows gravados no Hunter College em Nova York, em duas datas. Respectivamente 3 e 4/12/71.

Referência: Wikipedia

Música

Apenas ouça: Black Label Society – Blood Is Thicker Than Water

Zack Wilde e seu Black Label Society nunca decepcionam. Hora agrassivo, ora melancólico e por muitas vezes meloso além da conta, mas sua música não deixa de agradar e de se fazer relevante no contexto atual do Rock’n’Roll

Música

Domingo é dia de blues: Jeff Beck Group – Blues Deluxe

Disco lançado em 1968, que contou com ninguém menos que Rod Stewart (nome que dispensa apresentações) no vocal; Ronnie Wood (que se tornou famoso com os Rolling Stones) no baixo;  Nicky Hopkins (que gravou grandes discos com The Who, The Beatles, The Rolling Stones…) no Piano e Micky Waller (o menos famoso que, mesmo assim, gravou grandes discos com os principais nomes do rock e do blues no Reino Unido). A banda esteve ativa entre os anos de 1967 e 1972.

Música

ZERØ – Quimeras

ZERØ é uma banda de Rock Brasil que surgiu numa época (anos 80) cujas bandas do estilo eram marcadas por um lirismo insipiente. E, justamente por isso, uma época romântica. Um romantismo que andava de mãos dadas com o existencialismo de Nietzsche e de Sartre. Suas músicas espelhavam as angústias dos jovens num momento em que o país era perpassado por uma violenta crise econômica. O que tornava a vida um tanto difícil. Contudo, (o país) se preparava para realizar a transição do regime militar para a “democracia” e isso injetava nos jovens uma boa dose de esperança e renovava a crença em dias melhores. A banda tornou-se símbolo de sua época por haver lançado apenas um disco. Todavia, um disco cheio de poesia, de reflexão e – porque não dizer – de melancolia.

Reflexão

Carências

bbhgpbtAs pessoas tendem a crer que serão compensadas por tudo de desagradável que lhes acontece, como se houvesse um deus personalizado, na medida de suas carências, e, em detrimento das carências alheias.

Música

Apenas ouça: Skid Row – O I’ll Tell You Later (Ireland 1970)

De vez em quando todos nós necessitamos ouvir um pouco do bom e velho Blues. Estilo capaz de resgatar um pouco da melancolia dos escravos que foram retirados de sua terra natal e levados para a América. Uma música poderosa que modificou de forma determinante a música no mundo todo!

Música

A história das canções: Wuthering Heights – Kate Bush

fchsvdbfjsbfsbfjsfhbUma voz feminina, fina e diferente invadiu as rádios no começo da década de 80, a cena musical mundial estava dividida entre os embalos de sábado à noite e uma loucura exposta no rock, chamada punk, a cantora era a inglesa Kate Bush com a canção Wuthering Heights, a música era algo diferente, impactante e forte, não poderia se rotular ou compar com que se ouvia na época.

“Wuthering Heights” foi escrita por Kate Bush, gravada e lançada em seu álbum de estreia The Knick Inside em 1978, Bush escreveu a letra da música quando tinha 18 anos, baseando-se no livro do mesmo nome de Emily Bronte. Aqui no Brasil conhecido com o título de O Morro dos Ventos Ouvintes, inspirada principalmente nos últimos dez minutos da versão de 1970 do filme, que assistiu na televisão, o solo de guitarra ao final da música é tocado por Ian Bairnson, multiinstrumentalista ex-integrante do The Alan Parsons Project.

O tempo passou, Kate Bush amadureceu como cantora, gravou outros sucessos como Don’t give Up com o ex-Genesis Peter Gabriel, Babooshka, revela uma cantora mais sensual, sempre fiel ao seu estilo, porém nada comparada a misteriosa e bela canção Wuthering Height.

Assim como aconteceu com outros artistas, o sucesso para Kate Bush chegou cedo demais, esse ponto para muitos cantores é mais negativo que positivo.

Como todo grande sucesso, surgiram dezenas de versões, uma das mais elogiadas foi gravada pela banda de rock paulista Angra, incluída no álbum Angels Cry de 1993, a música foi gravada por diversas outras bandas de rock, principalmente (as bandas no estilo gótico, por motivos óbvios a letra fala de uma jovem chamada Cathy (o nome é citado diversas vezes na letra) que está morta, e volta para fazer rever seu amado.

Eu gosto muito da versão da soprano irlandesa Hayley Westenra, ela já cantou essa música com o falecido tecladista do Deep Purple, John Lord, sendo destaque do seu álbum Pure de 2003, outras versões de destaque são das italianas Elisa Toffoli e Cristina Donà, a roqueira americana Pat Benatar e do grupo The Decemberists, outra versão que desperta atenção é da cantora alemã Myrra Malmberg no álbum Another World de 2011.

Ainda que Kate Bush não tivesse escrito mais nada depois de “Wuthering Heights, ainda assim seu nome estaria na história da música pop mundial.

Tendo a música como seu maior referencial artístico e cultural, pesquisa e escreve sobre temas como o romantismo e o existencialismo dos anos 70 e 80, os quais, foram imprescindíveis para o surgimento e a qualificação dos movimentos musicais brasileiros e internacionais.