Música

E a cultura mais uma vez paga o pato!

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Por Lafayette Gadelha: É um absurdo a falta de sensibilidade do Banco do Nordeste para com os seus Centros Culturais, desmontando completamente a política cultural.
Estamos batendo nessa tecla desde o início do ano e, depois de audiências públicas, reuniões, e tantos outros tipos de manifestação em defesa da manutenção do CCBNB, inclusive propondo um alternativa que seria a criação da Fundação de Cultura BNB, o banco sai com a sua última: cancela a realização de um dos principais festivais exibidos nos centros, o Rock Cordel. E de quebra: todos os outros festivais do ano serão cancelados.
Fiz um voto de repúdio, na Câmara, na última sessão, pouco reverberado por boa parte da imprensa de Sousa, talvez porque esteja mais preocupada com os acordos políticos de 2014, uma desconstrução leviana do governo, brigas e futricas da política da cidade, mentiras e mais mentiras. Infelizmente, essa é a pauta radiofônica de alguns.
Ao lado de vozes solitárias, o movimento cultural de Sousa precisa se mobilizar, para que uma dita tempestade não vire uma profetizada enchente que desmorone de vez a casa.

Reproduzido do Facebook!

Nota do Editor:

Para quem não conhece, Rock Cordel é um dos maiores festivais de música independente do Nordeste. O referido festival é uma louvável iniciativa do Centro Cultural Banco Do Nordeste – CCBNB. Sediado em Fortaleza/CE, o Banco, através do seu centro cultural fomenta o Festival Rock Cordel, bem como outras grandes iniciativas que privilegiam a formação cultural para milhares de jovens da região. Contudo, ao que parece, as novas diretrizes políticas do banco passaram a se orientar para outras perspectivas, que deixam em segundo ou nenhum plano, o que a marca levou anos para conquistar!

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Música

Apenas ouça: Lacuna Coil – Within Me

Uma das bandas mais criativas da Atualidade, “Lacuna” mescla influências de diversos estilos, como Rock moderno, heavy metal, indie e gótico. A banda tem sido muito bem aceita no meio Rock/Metal, onde está sua maior base de fãs. Esta música é um tipo de poesia que fala sobre algo que provoca uma dor interior, que está crescendo estrangulando.

Música

Eu Queria Ser Cássia Eller

Eu poderia ser um padre ou um dentista
Um arquiteto, um deputado ou jornalista
Eu poderia ser ator e me dar bem
Ser um poeta que escreve versos como ninguém
Eu poderia ser um general da banda
Uma modelo, um herói da propaganda
Eu poderia ser escravo do trabalho
Ser um banqueiro, um estilista do baralho
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Eu poderia ser um mágico ilusionista
Um domador, um gigolô, um psicanalista
Eu poderia ser um campeão de golfe
De luta-livre, de xadrez e do que quer que fosse
Eu poderia ser um escritor da moda
De quem se fala muito mal (e ele nem se incomoda)
Eu poderia ser um alto funcionário
Um balconista ou um bandido sangüinário
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Eu poderia ser um físico nuclear
Um astronauta, um explorador do mar
Eu poderia ser um rei do futebol
Um vagabundo ou um professor de “scol”
Eu poderia ser um grande cineasta
Um detetive e ter segredos numa pasta
Eu poderia ser um monge do Nepal
Um jardineiro, um marinheiro, etc e tal
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller.

Composição: Péricles Cavalcante.

Poesia

Retornado

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Há pessoas que nos roubam…

Há pessoas que nos devolvem.

Poesia

Vilipêndio

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Anunciaram a minha Morte
o apagar das minhas pegadas
na trajetória de lutas
Anunciaram a minha Morte
apagando os meus registros
numa danação vilipendiada
Anunciaram minha Morte
difamando minha existência
desqualificando meus feitos
silenciando meu Nome.
Anunciaram minha Morte…
…uma Morte Anunciada.
Minhas Idéias…nunca morrerão.
É minha Identidade o que mim identifica.
Apesar do esquecimento funcional.

Disponível em:

:: http://literaturafrosergipana.blogspot.com.br/2009/07/vilipendio.html