Blues, Música

domingo blues# Felipe Cazaux

636269275193456781O guitarrista paulista, mora em Fortaleza e traz a experiência de mais de 10 anos no mercado musical. Em suas turnês, tocou nas capitais e inúmeras cidades do Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil, em Festivais e Projetos como: Virada Cultural, BR Blues, SESC Vila Mariana, Bourbon Street, Studio SP, Centro Cultural São Paulo [SP]; Festival Blues e Imagens [SESC Campos/RJ]; Festival de Jazz e Blues Guaramiranga [CE], Festival Canoa Blues [Canoa Quebrada/CE]; Fórum Harmônicas Brasil, Festival Ponto.CE, Mostra de Blues do Nordeste, Centro Cultural BNB, Projeto Casa do Blues, Órbita Bar [Fortaleza/CE]; Grito Rock, Burburinho [Recife/PE]; Festival DoSol, Natal Blues Festival [Natal/RN]; Centro Cultural DoSol [Mossoró/RN]; Barra Jazz Festival [Barra Grande/PI]; Mr. Jones International Blues Festival [BA/Argentina], além de vários outros.

Tocou ao lado de vários ícones da guitarra e da música mundial como Scott Henderson, Andreas Kisser, Magic Slim, John Primer, Eddie C. Campbell, André Matos, e muito mais. Estudou, tocou e se aprimorou em Chicago/EUA, desenvolvendo novas técnicas e tendo a oportunidade de tocar com vários músicos estrangeiros e se apresentar em clubes lendários como o do mestre Buddy Guy Legends e outros como Rosa’s Lounge e House of Blues. Estudou música na Universidade estadual do Ceará [UECE], e ganhou prêmios em Festivais de música universitários.

11062325_926377987405944_4025192584210371163_n (1)Lançou seu primeiro trabalho solo em 2007, o álbum intitulado “Help the Dog!”, deu início a parceria com o selo Blues Time Records, e foi muito bem aceito pela crítica e pelo público. Produzido por Dustan Gallas [Cidadão Instigado , Mad Monkees] conta com participações de Big joe Manfra, Jefferson Gonçalves, Robson Fernandes, e outros músicos da cena Blues do Brasil. O álbum continua atraindo admiradores, e contém algumas das músicas preferidas dos fãs como “Miss You”, “Must be the Money” e “Positive Feelings”.

Felipe lançou seu segundo álbum solo com oito anos de carreira. “Good Days Have Come”, de 2010 é o título do disco que tem 10 faixas produzidas por Régis Damasceno [Cidadão Instigado] e novamente se fixou no catálogo da Blues Times Records. O trabalho consolida as bases do artista em Fortaleza – CE, após várias incursões e passagens temporárias pelos Estados Unidos e por São Paulo/SP – onde gravou o álbum. Com esse trabalho, Felipe acredita ter conseguido captar toda energia de seus shows, com a força de um excelente “power trio”. Vasco Faé e Guizado fazem participações especiais. O álbum contém as músicas “Hello” e “Hey Mister” que ganharam vídeo clipes, ambos com milhares de visualizações.

11659497_926378164072593_3515174911474709870_nA voz singular e o timbre característico da guitarra de Felipe chamaram a atenção da mídia nacional, recebendo destaque em várias edições da revista “Guitar Player”. Também recebeu ótimas resenhas da revista “Blues’n’Jazz”, a maior em seu segmento, e destaque na revista “Backstage” para o álbum “Good Days Have Come”. Matérias nas revistas cearenses “Fale!”, “A Ponte” e “Bússola”, e em vários jornais, com destaque para: “Correio Braziliense”, “O Povo” e “Diário do Nordeste”. Além de entrevistas para inúmeros programas de Rádio e TV.

Em 2013 lança seu terceiro álbum, “Never Go Down” chega junto aos 30 anos de idade do artista, e a música também amadurece, com uma ferocidade ímpar, que faz com que o álbum soe mais Rock, com guitarras mais fortes e uma banda que demonstra extrema capacidade técnica de tocar arranjos mais complicados, mas muito empolgantes e de fácil assimilação pelo público.


Referências:

Música, Rock/Metal

Clamus: [de]construct, o disco novo, assinala a maioridade da banda.

Em março de 1999 foi formado no Estado do Ceará a banda de Thrash/Death Metal CLAMUS. O grupo surge com a proposta de aliar a sonoridade obscura do death metal à velocidade e rispidez do thrash metal, permeado por dois vocais em três idiomas, inglês, português e francês. Com duas demos, dois álbuns full length, vários shows pelo Brasil (incluindo uma turnê por estados do nordeste, norte e sudeste), o Clamus tem sedimentando seu nome no cenário metálico nacional com garra e identidade.
Após mudanças em sua formação a banda lança em 2013 o EP ‘III’, momento que representa a transição para o formato power trio e para uma sonoridade ainda mais coesa, rápida e técnica em que se consolidam os elementos do Death Metal em sua sonoridade. Atualmente formada por Lucas Gurgel (G/V), Felipe Ferreira ((B/V) KrenaK) e Edu Lino (D).

Em 2017, ano em que a banda comemora 18 anos de existência, o CLAMUS lança seu terceiro álbum: [de]construct.

capa_clamus_low-200x200O disco foi gravado no VTM estúdio e produzido por Taumaturgo Moura e pela própria Banda. O título é uma metáfora para movimento, construção e desconstrução, elementos que são uma constante ao longo da trajetória do grupo. Com influências que vão do Thrash Metal aliado à pegada ainda mais presente do Death Metal, [de]construct apresenta em suas 8 faixas o conceito da impermanência, subversão e ceticismo como formas de afronta ao absurdo da existência. O álbum conta com a participação de Daniel Boyadjian [Obskure] nos solos e possui arte gráfica de Alcides Burn (que já trabalhou com artistas como Blood Red Throne, Malefactor e Headhunter D.C).
Tratando tais temáticas com visceralidade e força sonora, [de]construct é resultado do engajamento da banda em parceria com os selos Black Hole Productions, Rising records e Violent Records.


Contatos:

Poesia

poesia# Chuva

Chove. Há silêncio, porque a mesma chuva
Não faz ruído senão com sossego.
Chove. O céu dorme. Quando a alma é viúva
Do que não sabe, o sentimento é cego.
Chove. Meu ser (quem sou) renego…

Tão calma é a chuva que se solta no ar
(Nem parece de nuvens) que parece
Que não é chuva, mas um sussurrar
Que de si mesmo, ao sussurrar, se esquece.
Chove. Nada apetece…

Não paira vento, não há céu que eu sinta.
Chove longínqua e indistintamente,
Como uma coisa certa que nos minta,
Como um grande desejo que nos mente.
Chove. Nada em mim sente…

[Fernando Pessoa]

Música, Rock/Metal

dica# Jornal Tribuna do Ceará abre espaço para o Rock!

O Jornal Tribuna do Ceará, através do espaço dedicado aos blogs, abre uma importante brecha para o rock/metal na cidade de Fortaleza/CE. Trata-se do blog Meus 300 Discos produzido por Sidney Alencar que,  juntamente com Cristiano Machado e este que vos escreve, toca o “famigerado” Buteco do Rock Podcast. A proposta do blog é resenhar 300 discos no ano de 2017. Mais que uma proposta, um desafio! O ano já entrou na sua segunda metade e, muito há por se ouvir e resenhar. Será que o M300D dará conta do desafio?  Acompanhe este incrível “desafio do rock” no Jornal Tribuna do Ceará, comentando, criticando e sugerindo mas, acima de tudo, valorizando!

Forte abraço!

Blues, Música

domingo blues# Artur Menezes

Residindo atualmente em Los Angeles, Artur Menezes ganhou recentemente o “Blues Challenge” promovido pela Santa Clarita Valley Blues Society e foi uma das atrações do International Blues Challenge em Memphis, promovido pela “Blues Foundation“, com mais de 250 bandas de vários países. Será o 33º ano do festival. Além disso, Artur fez shows nos eventos “Cadillac Zack Presents The Best Blues in California” no “Maui Sugar Mill Salloon” e no “Malarkey’s“, ambos locais onde grandes nomes da cena blues atual se apresentam, tais como Joe Bonamassa, Eric Gales e Philip Sayce. Recentemente Artur fez o show de abertura para Bobby Rush, que ganhou o Grammy por melhor álbum de blues tradicional.

downloadArtur Menezes não só toca guitarra, mas canta, compõe e interpreta de uma forma tão peculiar que impressiona até os grandes mestres. Com três discos lançados: “Early to marry“, “#2” (pré-selecionado ao Prêmio da Música Brasileira de 2013 na categoria de “Melhor Disco em Língua Estrangeira”) e “Drive Me” (2015), Artur continua no caminho de mesclar suas influências com o blues, definindo um estilo mais moderno e verdadeiro.

artur menezes blues cearaEm sua trajetória, Artur esteve em turnê na Europa em 2014, onde foi headliner do “Augustibluus Festival“, além de fazer shows em casas de blues na Inglaterra. Em 2015, esteve por duas vezes no México e em 2013 na Argentina. Nos anos de 2006, 2007 e 2011, residiu em Chicago, onde teve a oportunidade de dividir o palco com grandes nomes do blues – dentre eles Buddy Guy – e tocar nos mais tradicionais bares de blues de lá. Em 2012, Artur fez os shows de abertura no RJ e em SP para a turnê de Buddy Guy no Brasil. Ainda neste ano, Artur liderou uma disputa, – empatado com uma banda de Los Angeles -, entre mais de 2 mil artistas de todo o mundo, por uma vaga para tocar com Eric Clapton no Crossroads Guitar Festival, um dos maiores e mais concorridos festivais de guitarristas do mundo, que aconteceu no Madison Square Garden, em NY.

Artur Menezes foi headliner de inúmeros festivais de jazz e blues no Brasil, tais como: “Rio das Ostras Jazz & Blues Festival” (RJ), considerado o maior do gênero na América Latina; “Manguinhos Jazz & Blues” (ES), “Garanhuns Jazz Festival” (PE), “Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga” (CE), “Lençóis Jazz & Blues Festival” (MA), “Festival SESC Jazz & Blues” em S. J. do Rio Preto (SP), Piracicaba (SP), Bauru (SP) e Presidente Prudente (SP), “Festival Blues de Londrina” (PR), dentre outros.

Artur planeja gravar um novo álbum em 2017 na California, com lançamento no EUA e Brasil.


Referências:

Música

#11 – Principais discos lançados em 2017

#diadorock O ano de 2017 está sendo um ano marcado por grandes lançamentos em todas as vertentes do rock/metal. Dado o mote, nesse episódio do nosso podcast, discutimos alguns dos principais discos lançados nesta primeira metade do ano. Você já atentou para o que tem rolado de esse ano até agora? Acrescentaria e/ou tiraria algum disco da lista? Então, por favor, abra uma cerveja e nos acompanhe em mais uma edição do Buteco do Rock, o podcast que leva o rock e a bebedeira muito a sério!

Buteco do Rock Podcast

Podcast onde falamos sobre cerveja e rock, num papo descontraído, cheio de humor e informação!

Neste episódio falamos sobre os principais álbuns já lançados em 2017 e quais os discos mais aguardados que ainda sairão este ano!

No Colarinho do Buteco tomamos a cerveja FAXE Extra Strong Bier, enquanto no ACHADO DO MACHADO Chris Machado traz a misteriosa Mountain Witch e encerrando nosso episódio no bloco A SAIDEIRA É POR CONTA DA CASA trouxemos o som podreira e irreverente do GS TRUDS!

LINKS:

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TOCAMOS NESSE EPISÓDIO:

Adrenaline Mob: Undaunted

Blaze Bayley: Endure and Survive

Gotthard: Hush

GS Truds: Terror no beco da poeira

KingdomCome: What love can be

Kreator: Gods of Violence

Mountain Witch: At the Mountains of Madness

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jazz, Música

blue note# ASTRUD GILBERTO [pt.1]

“Astrud Gilberto permanece um momento no tempo. Um momento em que a música brasileira chegou ao cenário mundial e nunca o deixou – em grande parte graças à Verve Records e à Astrud Gilberto em particular.”

A cantora de “tons” de mel, Astrud Gilberto fez sua aparição na música muito cedo. Durante anos percorreu uma estrada que resultou em quase uma dúzia de álbuns para a Verve Records e uma carreira de sucesso que durou até os anos 90. Embora sua aparição no estúdio para gravar “The Girl From Ipanema” fosse devida apenas ao seu marido João Gilberto, um dos mais famosos artistas brasileiros do século, o tom singular e quase inconfundível de Astrud impulsionaram a música nas paradas e influenciaram a uma grande variedade de fontes da música “pop” mundial.

astrud_gilberto_a_rainha_da_bossa.htmlNascida na Bahia/BRA, Astrud mudou-se para o Rio de Janeiro com uma idade adiantada. Ela não teve nenhuma experiência musical profissional de nenhum tipo até 1963, ano de sua visita a Nova York com o marido, João Gilberto, em uma sessão de gravação liderada por Stan Getz. Getz já havia gravado vários álbuns influenciados pelos ritmos brasileiros, e a Verve Records o associou à nata da música brasileira, como por exemplo Antonio Carlos Jobim e João Gilberto. O produtor Creed Taylor queria alguns vocais ingleses para extrair o máximo da mistura Brasil/EUA. Aconteceu que Astrud surgiu como uma presente brasileiro contendo uma linguagem universal. Depois que seu marido concluiu seus vocais no idioma nativo [portugûes] para o primeiro verso da composição de Jobim, “The Girl From Ipanema“, Astrud surgiu com um segundo verso hesitante e fortemente acentuado, em inglês.

Astrud ganhou fama mais de um ano depois, quando “The Girl From Ipanema” se tornou um hit em meados de 1964. Getz/Gilberto tornou-se o disco de jazz mais vendido até aquele momento, e fez de Gilberto uma estrela em toda a América do Norte. Antes do final do ano, a Verve capitalizou aos montes com o lançamento do Getz Au Go Go, com as notas de Getz adicionada dos vocais de Astrud.

Seu primeiro álbum solo, The Astrud Gilberto, foi lançado em maio de 1965. Embora quase não tenha entrado no Top 40 [parada americana], o LP com a mistura de clássicos da música brasileira e americana provaram ser bastante contagiante, conquistando facilmente grande audiência.


Referências: